Coletivo desafia os brasileiros a repensarem a educação inclusiva no País


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Você sabia que no Brasil 30% dos jovens entre 14 e 15 anos com alguma necessidade especial de ensino desistem da escola? Muitas vezes, a desistência é resultado da falta de preparo das próprias instituições de ensino, que não sabem receber esse aluno e não capacitam o educador para incluí-lo nas dinâmicas das aulas.

Foi partindo dessa avaliação que nasceu o coletivo CoNEE (Coletivo de Necessidades Educativas Especiais). “O coletivo acredita que exercitar as potencialidades desses alunos gera uma ação de inclusão onde não só os educandos com necessidades educativas especiais saem ganhando, como também toda a sala de aula. O objetivo é expandir esse movimento para toda escola e sociedade”, explicam os idealizadores do projeto.

O CoNEE abriu uma campanha de financiamento coletivo para arcar com os custos operacionais dessa campanha que acompanhará o garoto Paulo Victor, de 10 anos, diagnosticado com Síndrome de Williams – doença genética que pode levar a problemas de desenvolvimento – que mora em Jundiaí, no interior de São Paulo.

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