O objetivo da educação não é ensinar coisas, é ensinar a pensar


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Rubem Alves foi um grande escritor e educador brasileiro, e dedicou muitos anos de sua vida na formação e autoria de diversos temas dentro da área da Educação.

Mestre em teologia, foi perseguido pela Igreja Presbiteriana em 1968 por ser considerado subversivo, acusação que em pouco tempo depois foi para alguns comprovada pela relação encontrada sobre a teologia da libertação e sua tese de doutorado em filosofia.

Mas a subvervisividade de Rubem não era uma questão religiosa. Era uma questão filosófica, de reestruturação. Contrário a uma educação voltada para o vestibular, e que induz o aluno a gravar dados ao invés de compreender (quem nunca?), foi de encontro a muito do que é visto no sistema de ensino atual, como por exemplo a mensuração por notas.
Ao afirmar que o professor deve ser um causador de espantos, Rubem traz à tona a ideia de que na era do conhecimento, na qual tudo é compartilhado e todos tem acesso, o mestre não é mais o detentor do que se precisa saber mas aquele que estimula, ensina a pensar por si,  a fazer conexões, mediar informações e a transformar estas a fim de que a vida real seja mais prazerosa, sem tantos riscos.

“Então eu diria que os professores deveriam sempre fazer esta pergunta: ‘isto que eu vou ensinar serve pra quê?’.”

Em um de seus vídeos no qual explana suas idéias, Rubem Alves afirma que “o aprendido é aquilo que fica depois que o esquecimento faz o seu trabalho”. Um homem bem à frente de seu tempo, faleceu em 19 de julho de 2014 , mas deixou um legado que certamente perdurará.

Fazendo uma breve relação entre a cidade de Boa Esperança, no sul de Minas onde o escritor nasceu, e tudo que ele deixou para nós, em forma de áudio, vídeo e literatura, ainda há muitas razões para acreditar que a educação, se mudar, transformará o Brasil.

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[Nota da Redação]

É cada vez mais visível a sensação de total falta de sentido. Desenvolvemos nossas habilidades para executar tarefas e ocupar um cargo, mas pouco fazemos em nome da melhor convivência e da vida em sociedade.

Ainda investimos muito em conhecimentos específicos, muitas vezes desconectados da realidade, com o único objetivo de se vencer etapas: passar de ano, passar no vestibular, entrar numa boa faculdade, conseguir um bom emprego… Tudo isso para quê?

Se você quer tentar encontrar respostas para algumas dessas questões, venha participar de mais um encontro do R:evolucione, no dia 26/07, com Priscila Alvim, consultora especialista em comunicação e que acredita na troca e no diálogo como meios verdadeiros de aprender e ensinar.

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