Prêmio de melhor professora do mundo vai para ex-refugiada; teve brasileiro na lista também


Prêmio de melhor professora do mundo vai para ex-refugiada; teve brasileiro na lista também 1
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Tanto de fala da importância da educação, que prêmios como esse não são apenas para reconhecer estes profissionais que se dedicam a nos ensinar, mas também trazer novos exemplos ao mundo.

É o caso da vencedora esse ano, a professora palestina que cresceu em um campo de refugiados, Hanan Al Hroub.

Considerado o “Nobel da Educação”, o prêmio Global Teacher, foi entregue pelo papa Francisco, além de um montante de US$ 1 milhão.

Hoje, Hanna leciona para refugiados e crianças traumatizadas pela violência. Ela utiliza jogos e brincadeiras encorajando-as a trabalhar juntos e recompensando atitudes positivas. “Professores podem mudar o mundo”, disse ela após receber a premiação. “Estou orgulhosa de ser uma professora mulher palestina aqui neste palco.”

Sunny Varkey, fundador da Varkey Foundation e criador do prêmio, disse esperar que a história de Hanan Al Hroub “inspire aqueles que querem entrar na carreira de professor”.

O evento, que aconteceu em Dubai, contou ainda com um indicado brasileiro entre os 50 finalistas, o professor voluntário Marcio Andrade Batista. Ele foi o primeiro brasileiro selecionado em três anos do prêmio.

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Batista, que atua em Mato Grosso, usa uma metodologia que se baseia na aplicação das ciências à vida cotidiana.

Apesar da indicação, apenas os dez finalistas foram convidados a subir no palco. Confira quem são esses exemplos:

  • Maarit Rossi, Finlândia, que desenvolveu seu próprio método de ensinar matemática. A Finlândia tem alguns dos melhores resultados em matemática do mundo em provas internacionais, mas os alunos dela têm resultados ainda melhores que os padrões finlandeses
  • Aqeela Asifi chegou ao Paquistão como refugiada do Afeganistão e dá aulas para crianças refugiadas em uma escola que ela criou
  • Ayub Mohamud, professor de business do Quênia, chegou às finais com um projeto para desencorajar violência extremista e radicalização
  • Robin Chaurasiya de Mumbai, na Índia, fundou uma organização para ensinar e dar apoio a adolescentes em zonas de prostituição
  • Richard Johnson, professor de ciência de Perth, na Austrália, montou um laboratório de ciências para crianças de escola primária
  • Michael Soskil, da Pensilvânia, nos EUA, que já tinha ganhado um prêmio pela “excelência em ensinar ciências e matemática”, motiva seus alunos ao ligá-los a projetos ao redor do mundo
  • Kazuya Takahashi, do Japão, desenvolveu uma iniciativa para ensinar ciências e incentivar a cidadania global
  • Joe Fatheree, de Illinois, dos EUA, foi pioneiro em usar projetos com impressoras 3D, tecnologia de drones e usando games online como Minecraft
  • Colin Hegarty, professor de matemática de Londres que criou um site com aulas online

Fonte: BBC

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