Startup transforma crianças em autores mirins

Alunos de escolas públicas e privadas escrevem seus próprios livros.


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Qualquer pessoa pode escrever um livro, até mesmo as crianças, só precisa de uma ajudinha. É nisso que acredita a startup Estante Mágica, criada em 2012 como uma plataforma educacional que forma autores mirins, alunos de 3 a 10 anos, de escolas públicas e privadas.

A startup já deu oportunidade para mais de 200 mil crianças escreverem seus próprios livros. As crianças produzem seu conteúdo como nos velhos tempos, com lápis e papel. O sucesso da empreitada pode ser medido pela abrangência da startup, presente em 630 cidades de 26 estados brasileiros.

Os projetos pedagógicos da Estante Mágica são implementados sem custos para as escolas. Entenda: o colégio se cadastra na plataforma, escolhe a proposta de conteúdo que quer adotar em sala de aula e, a partir daí, o aluno cria a sua própria história, com textos e desenhos. Os pais são convidados a escrever uma pequena biografia dos filhos, que também será incluída na publicação.

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Toda a produção resulta em um e-book gratuito. A família que desejar o livro impresso pode encomendá-lo. E é da venda desses livros que vem toda a receita da Estante Mágica. O encerramento da atividade se dá com uma sessão de autógrafos, organizada pela escola, com a presença de familiares e amigos dos autores mirins.

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Os cofundadores da startup, os advogados Pedro Concy e Robson Melo, acreditam que a metodologia de ensino baseada em projetos como esse é mais desafiadora para os alunos, mas também ajuda a desenvolver sua inteligência socioemocional.

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“Queremos despertar nas crianças competências para o mundo moderno, os chamados 5Cs: comunicação, criatividade, colaboração, curiosidade e criticidade (pensamento crítico). Trabalhar essas aptidões por meio de projetos pedagógicos é o ideal, pois os alunos se tornam protagonistas do próprio aprendizado”, disse Robson.

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A meta dos cofundadores da Estante Mágica é ambiciosa: estar presente no mundo todo. “Sabemos que será preciso nos adequar a diferentes culturas e realidades, mas, se o modelo criado a partir da Revolução Industrial serviu para o mundo inteiro, não há por que não pensar na ruptura destes conceitos e em aplicar nossas novas metodologias fora das fronteiras do Brasil”, acrescenta Pedro.

crédito das fotos: Estante Mágica/Facebook/Reprodução

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