Emma Watson não fará mais publicidade de produtos de beleza e rescinde contrato

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A atriz inglesa Emma Watson, 25 anos, tomou uma decisão corajosa: ela não participará mais de campanhas de beleza.

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Em 2014, ela foi nomeada Embaixadora da Boa Vontade da ONU para as mulheres, e é uma ferrenha defensora dos direitos da mulher.

Após participar durante quatro anos de uma campanha de um produto de clareamento da pele, ela rescindiu o contrato com a empresa.

O comercial em questão é este aqui:

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“Muitos artistas têm um controle limitado de como sua imagem é usada, uma vez que o contrato é assinado. Eu não posso comentar sobre acordos contratuais anteriores da minha cliente”, disse o assessor de Emma ao site Refinery29.

“No entanto, ela não participará mais de publicidades de produtos de beleza, já que nem sempre esses refletem a diversidade da beleza feminina”.

A atriz foi alvo de críticas nas redes sociais por ter feito parte da campanha do produto:

“Ao endossar produtos branqueadores de pele, Emma Watson endossa a hierarquia da raça, a discriminação de cor de pele e a frequente brancura dos padrões de beleza.”

“Se você precisou ver Emma Watson em anúncios de branqueadores de pele para entender o feminismo de classe média dela, então eu honestamente sinto muito por você.”

E, você, o que pensa da decisão?

via [HUFFPOST BRASIL]

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1 COMMENT

  1. Ao longo dos anos fui passando de fã da Emma Watson, para platonicamente apaixonado e finalmente para um grande admirador. Sua posição como feminista na ONU é um exemplo de boa vontade, não importa qual a classe social ou quanto dinheiro ela tem. Se ela está usando a fama e o prestígio para falar de igualdade de gêneros, para nos incentivar a melhorar como pessoas, para levantar fundos para essa causa, por que cala-la? Eu não entendo como as pessoas que se dizem a favor de um movimento (o feminista) que prega a igualdade podem falar tanto de segregação dentro do próprio movimento.

    Nesse episódio da publicidade, Emma mostrou duas coisas: que sabe ser criticada e que tem coragem para mudar, não importando as consequências. Uma rescisão de contrato dessa grandeza deve ter custado uma pequena fortuna em multa. Mas ela assumiu isso, pelo bem do movimento feminista. Merece crescente admiração.

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