Empresa brasileira utiliza plástico retirado dos oceanos em suas embalagens

A empresa de consultoria ambiental POSITIV.A, sediada em São Paulo, tem chamado a atenção de investidores e clientes por suas políticas firmes com relação a temas sustentáveis, como a economia circular e a permacultura – que busca criar uma relação harmônica entre a produção humana e o meio ambiente.

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Além disso, a companhia tem produzido uma grande variedade de produtos de limpeza 100% naturais, biodegradáveis e veganos, como detergentes à base de coco e esfregões feitos com rede de pesca recicladas. Agora, lançaram uma linha de embalagens feitas com plástico reciclado, retirado da areia das praias país afora.

De acordo com um levantamento da ONU, de 60% a 80% de todo o lixo marinho é composto primariamente por plástico, que compromete a vida aquática e ainda retorna para dentro do corpo humano, no formato de minúsculas partículas.

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Em parceria com a Boomera, empresa que transforma lixo em produtos novos, a POSITIV.A intercepta o plástico antes que ele chegue aos oceanos. Com a ajuda de cooperativas locais espalhadas pelo litoral paulistano, o material é recolhido nas praias e entregues em pontos estratégicos.

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Empresa brasileira utiliza plástico retirado dos oceanos em suas embalagens
Alex Seibel, fundador da POSITIV.A: embalagem de produtos de limpeza fabricada com plásticos reciclados visa diminuir a poluição no mar (Foto: Monica Fumagalli)

Após a fase de coleta, os resíduos plásticos são lavados e transformados em pequenos pedaços de matéria-prima bruta, chamada pellets. Em seguida, são convertidos em embalagens, utilizadas pela POSITIV.A.

Trata-se de um excelente exemplo de economia circular, onde não há resíduos poluidores ao término da transformação.

Fundada pelo administrador Alex Seibel, de 32 anos, a empresa foi inspirada pela atuação da ativista Anita Roddick, criadora da marca The Body Shop, companhia de excelência em permacultura.

Antes de abrir a POSTIV.A, em 2014, Alex fundou a ONG ARCAH, que usa essa metodologia para promover a reintegração social de indivíduos em situação de rua. Atualmente, o administrador possui dois sócios no negócio e mais um investidor externo.

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Apesar de não revelar o faturamento, sabe-se que a empresa recebeu R$ 2 milhões em investimentos e possui 15 funcionários, o que diz muito sobre o seu futuro.

Os produtos — inclusive aqueles com as novas embalagens — estão disponíveis tanto no e-commerce da companhia quanto em 70 pontos de venda espalhados pelo país.

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Fonte: Revista PEGN

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