Escola pública transforma espaço vazio em horta

A E.E. Professora Maria da Conceição Oliveira Costa, na zona leste da capital, juntamente com a ONG Cidades sem Fome, transformaram um espaço vazio em uma horta sustentável.

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“Essa atividade acrescentou muita coisa no aprendizado de nossos alunos. Ao mesmo tempo que eles aprendem a ter o contato com a terra, água e o plantio, eles desenvolvem sua capacidade na leitura e escrita”, revela a diretora Eliane Ribeiro da Costa da Silva em entrevista ao CicloVivo.

A iniciativa fez com que as crianças mudassem os hábitos alimentares e criassem interesse pelo tema.

“Quem sabe no futuro nós não tenhamos crianças que saiam daqui para se tornarem engenheiros agrônomos, ou que façam cursos relacionados à sustentabilidade”, diz a diretora.

No local antes vazio, hoje podem ser colhidos para levar para casa ou serem usadas na merenda alface, almeirão, escarola, repolho, limão, ameixa, entre outros.

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“Alguns pais me falam que as crianças chegam em casa e eles mesmos querem cozinhar os alimentos que plantaram, tamanha é a curiosidade pela atividade”, conclui Eliane.

A ONG já desenvolveu 38 hortas em escolas públicas, o que envolveu mais de 14 mil alunos. “O projeto ‘Hortas Escolares’ deriva de outro projeto que temos há uns cinco anos, que chama-se ‘Hortas Comunitárias’, no qual usamos os espaços públicos de São Paulo para realizar esse trabalho com a população. E nas escolas o nosso foco é a educação ambiental. A ideia é fazer com que o projeto traga um pouco mais de noção nas crianças sobre os alimentos que elas consomem diariamente, além de tentar desmistificar o tabu existente entre as crianças de que legumes e verduras não são saborosos”, afirma Hans Dieter Temp, fundador e coordenador de projetos da ONG.

Desde 2013, está assinado o termo de cooperação entre o Fundo Social de Solidariedade (Fussesp) e a Secretaria da Agricultura para a implantação do projeto Horta Educativa com o objetivo de ensinar conceitos de Educação Ambiental, Nutricional e Valorização do Meio Rural via Horticultura.

O Fussesp fornece material de apoio como ferramentas, sementes, material pedagógico e didático para a implantação nas escolas, enquanto a Secretaria faz o estudo de viabilidade das áreas e disponibiliza assistência técnica.

Já a Secretaria da Educação oferece o cuidador da horta e o relatório para o Fussesp.

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