Estudante de medicina adapta receita de paciente que não sabe ler

Uma estudante de medicina teve uma ideia infalível para ajudar um paciente idoso analfabeto que estava tomando sua medicação de forma errada.

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Manuela Lemos estuda na Universidade Federal do Pará e pensou que poderia resolver o problema do paciente, que não sabe ler, mas reconhece os números, colando fitinhas coloridas na sua receita médica.

Leia também: Enfermeira cria ‘potes de remédios’ para orientar pacientes idosos

As mesmas fitinhas que sua professora, a médica Rayssa Pinheiro Miranda, tinha colado antes nas caixinhas dos remédios do idoso indicando os horários do dia em que deveriam ser tomados. Como ele não se lembrava do significado de cada fita, Manuela resolveu colar as fitas na receita e escrever ao lado os horários dos medicamentos.

A irmã da estudante, Gabi, postou a foto da receita no Twitter e as pessoas começaram a elogiar a iniciativa, porque é menos comum do que deveria ser.

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Manuela ficou surpresa com o impacto da publicação e aproveitou para agradecer à professora Rayssa pelo exemplo de pessoa e profissional que ela é.

“Ainda muito chocada com o impacto que essa publicação causou!  😱 😍
Quero agradecer muito o carinho das pessoas que me enviaram mensagens elogiando a atitude  ❤️ E quero agradecer mais ainda à minha professora do módulo de Medicina da Família e Comunidade, DraRayssa Pinheiro Miranda que é a dona das fitinhas que eu usei na receita. Dra Rayssa é uma profissional sensacional, é uma médica extremamente humanizada, que sempre nos ensinou que deveríamos nos preocupar em passar a mensagem pro paciente de uma forma clara, se preocupando de verdade com o tratamento dele. Ela que viu essas fitinhas em uma papelaria e comprou pensando em adesivar as caixas de remédios dos pacientes. Hoje nos deparamos com um paciente que apesar de ter suas caixas de remédios adesivadas de acordo com o horário que deveria tomar cada medicação, não conseguia lembrar o significado de cada fita, e continuava tomando a medicação de forma errada. Foi então quando eu perguntei pra Dra Rayssa se podia fazer pra ele essa receita que vocês veem na Foto. Foi um trabalho conjunto meu e dela, pensando no bem do nosso paciente, que agradeceu com um sorriso de compreensão ao final do atendimento.
Dra Rayssa, muito obrigada por ser esse exemplo de profissional e professora, tenho muito orgulho de ser sua aluna.”

Manuela e a médica Rayssa só precisaram combinar um pouco de criatividade com um pouco de empatia para resolver o problema do idoso de uma vez por todas. Ele deve ter saído do consultório se sentindo muito querido, como todo paciente espera sair.

crédito da foto: Reprodução/Twitter @lemosgabis

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