Estudante de moda faz ‘camisolas alegres’ para animar os dias de crianças internadas

A ideia partiu de um estudante de Moda que precisou ser hospitalizado e presenciou a rotina de crianças por longos períodos ali usando ‘camisolas tristes’.

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Uma iniciativa diferente tem levado cor para a vida de crianças internadas em hospitais do Rio. O projeto, idealizado pelo assistente administrativo João Carlos do Carmo Júnior, de 30 anos, personaliza camisolas hospitalares para os pequenos.

A ideia de criar o projeto surgiu quando Júnior sentiu, na própria pele, como era ficar internado para fazer quimioterapia. Na época, ele estava prestes a terminar o curso de Moda que fazia quando teve câncer pela quinta vez.

Camisola rosa estampada com flores e bichinhos
Camisolas feitas com tecidos divertidos alegram as crianças internadas – Foto: arquivo pessoal

Eu vi que algumas crianças com doenças e estado graves ficavam internadas muito tempo com aquelas camisolas tristes, então eu pensei no que eu poderia fazer, foi quando eu comecei a criar as camisolas alegres”, lembra.

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Segundo Júnior, as “camisolas alegres”, como ele chama, são voltadas para crianças que ficam longos períodos em unidades de saúde, sejam elas particulares ou públicas. “Como elas irão viver dentro do hospital, a gente tenta dar, pelo menos, o melhor conforto possível mudando a roupa delas”, explica.

Ele fala no plural porque conta com a ajuda de amigos e conhecidos que doam tecidos e aviamentos que ajudam a manter a iniciativa de pé.

Júnior conta que, quando pensou sobre a entrega das camisolas, não esperava todo o carinho que iria receber das crianças e de seus responsáveis. Para ele, seria “algo normal”. “Recebi abraços de algumas crianças e adolescentes em fase terminal, que disseram para mim que estavam se sentindo eles mesmos e não pessoas doentes. Outras ficaram emocionadas e disseram que, em tanto tempo dentro de um hospital, nunca imaginaram que veriam um momento de tanta alegria”, diz.

Tricoline rosa com estampa de bonecas
Júnior conta com a doação de tecidos e aviamentos para fazer as camisolas – Foto: arquivo pessoal

Segundo Júnior, é uma sensação única e especial. “Ver a esperança e a alegria nascer dentro daquelas crianças nos seus piores momentos ou nos seus últimos dias de vida é algo que não tem como explicar”, afirma Júnior ao lembrar do momento de entrega das camisolas.

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E não são só as crianças e os adolescentes que ficam satisfeitos com o trabalho. Segundo ele, a frase de agradecimento costuma se repetir entre mães, pais e responsáveis, que dizem ser gratos e ficarem felizes que alguém faça algo por seus filhos ao mudar a realidade deles no hospital.

Ainda sem nome oficial, a iniciativa aceita doações de tecidos Tricoline, especialmente estampados ou coloridos, e aviamentos – pois cada criança ganha de duas a três camisolas por causa da troca feita após o banho.

Quem quiser ajudar pode entrar em contato com Júnior pelo e-mail [email protected] ou pelo instagram @juniormunez.

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