Pela 1ª vez em 40 anos, estudante com síndrome de Down se forma em Geografia pela UFJ

Pela primeira vez desde sua fundação, há 40 anos, a Universidade Federal de Jataí, em Goiás, teve seu primeiro formando com síndrome de Down: Kallil Assis Tavares, 30, que recebeu o diploma de Geografia.

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Gostei muito do curso”, assegurou Kallil, que foi aprovado no curso em 2012 pela categoria de ampla concorrência (todos contra todos), no vestibular tradicional da UFJ.

Com a aprovação, a instituição precisou se adaptar para melhor acolher o estudante, como contratar uma professora de apoio para dar suporte durante a graduação dele.

estudante com síndrome de down se forma em geografia

Em entrevista à TV Anhanguera, Willian Ferreira, diretor da unidade de estudos geográficos da UFJ, disse que a graduação de Kallil foi um marco histórico. “Ele nos ensinou muita coisa que vai ficar gravado para essa instituição e o para o ensino superior público do Brasil”.

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Para Eunice Tavares, pedagoga e mãe do novo geógrafo, a conquista do filho é uma grande vitória para a família, que o apoiou com muita união. “Fui apoiando, fiz com muito afinco, mas não forcei a nada, a gente deu todo estímulo, mas não forçava”, explicou.

Professora de Kallil, a geógrafa Marlene Flauzina Oliveira contou que além da ajuda durante as aulas, os professores adaptavam o conteúdo e as avaliações para ele – um estudante sempre muito esforçado.

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“Ele é um aluno muito dedicado, apesar da dificuldade de concentração, ele prestava atenção. Quando tinha atividade para casa, não descansava enquanto não terminava. Ele entendia que era um ambiente de muita responsabilidade”, disse a docente.

A mãe de Kallil é prova viva da dedicação dele, que estudou com muito zelo ao longo dos últimos 8 anos até realizar o sonho de ter o diploma. “Agora a gente está adaptando a nova realidade, ele está sentindo falta dos estudos que eram constantes”, pontuou.

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Por fim, Marlene, que acompanhou o estudante por tanto tempo, acredita que Kallil mudou sua profissão e incentivou o avanço na educação inclusiva em Goiás.

“Além do crescimento, eu acho que nós temos que aprender muito e aplicar a educação inclusiva, que ela é necessária, as pessoas com deficiências físicas e intelectuais têm o direito de ir para uma faculdade e têm capacidade”, concluiu.

Fonte: Kativa
Fotos: Divulgação/Arquivo Pessoal

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