Estudantes de Medicina ajudam mulheres em situação de rua a terem acesso a absorventes em SP

Um grupo de estudantes da Universidade de São Paulo (USP) está distribuindo absorventes e itens de higiene para centenas de mulheres em situação de rua que não possuem acesso adequado ao produto.

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O objetivo do Projeto Pontes, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (SP), é resgatar a dignidade dessas pessoas em situação de vulnerabilidade social.

Segundo dados da universidade, 29% das jovens do nosso país sofrem da chamada “pobreza menstrual”, quando há falta de produtos de higiene íntima, água, saneamento básico, infraestrutura e informações.

A menstruação vivida na rua é extremamente problemática e coloca a mulher ainda mais em vulnerabilidade”, afirmou a professora Regina Célia Fiorati, responsável pelo projeto.

estudantes usp distribuem absorventes mulheres em situação de rua

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Projeto Pontes

Criado há três anos, o Projeto Pontes busca oferecer serviços de atenção primária à saúde para mulheres carentes, além de orientá-las sobre quais serviços procurar para cuidar de questões de saúde que estejam vivenciando.

“Assim elas teriam informações mais detalhadas sobre sua própria saúde íntima e sexual e também sobre cuidados ginecológicos periódicos e necessários”, enfatizou a professora.

O projeto iniciado em Ribeirão Preto, município de 700 mil habitantes no interior paulista, tem distribuído itens de higiene em massa, especialmente absorventes – que muitas mulheres relatam faltar na maior parte do tempo.

estudantes usp distribuem absorventes mulheres em situação de rua

A professora Regina explica que os locais para que essas pessoas possam se higienizar são difíceis e “as mulheres sofrem muito mais essa falta de acesso e também de locais em que a privacidade esteja presente”.

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Além disso, ela lembra que as mulheres têm “condições biológicas que exigem ambientes adequados”, e o acesso à privacidade é fundamental.

Infelizmente, sabemos que as mulheres em situação de rua enfrentam inúmeros preconceitos e violências no dia a dia. Receber informações sobre saúde íntima e saúde sexual é o primeiro passo para que esses ciclos negativos tenham um fim.

“É nesse nível de atenção que elas poderiam ser orientadas sobre saúde íntima e sexual, mas, no entanto, os serviços da atenção primária à saúde oferecem pouco acesso às populações em situação de rua em geral”, alertou Regina. Daí a importância dos estudantes de medicina estarem à frente desse lindo trabalho! Parabéns! ✨✨

Fonte: USP
Fotos: Divulgação/Projeto Pontes

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