Sempre cabe mais um: família já adotou 5 e hospedou outras 22 crianças que esperavam por adoção

Laura Imma Nonzioli sempre teve o sonho de ser mãe biológica e de adotar. A brasileira vive há mais de 20 anos nos Estados Unidos, em Oklahoma e possui um filho biológico e cinco adotados. (Você também pode apoiar Crianças com Visa, sem pagar nada a mais por isso, inscreva-se aqui.)

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Em 2002, quando Laura casou, disse ao marido Alejandro que seu sonho era adotar uma criança e quando Giovanni estava com 3 anos, eles começaram o processo da primeira adoção. E já começou adotando duas irmãs, pois jamais cogitou separá-las, elas se chamam Gianna e Sofia.

Giovanni, seu filho biológico, com as irmãs Gianna e Sofia.

Apenas 4 meses depois da primeira adoção, a agência responsável entrou em contato novamente para saber se ela tinha interesse em adotar mais uma menininha recém-nascida: “Eu disse sim imediatamente. Essa foi a Cristina. A adoção demorou 6 meses”.

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A pequena Cristina

Um ano e meio depois da adoção de Cristina, a família aumentou e foi a vez de Kaden, que na época tinha 8 anos. Mas como em coração de mãe sempre há espaço para mais um, Kaden tinha uma irmã, que estava vivendo em uma família temporariamente: “Ele tinha uma irmã de 10 anos que estava vivendo com outra família. Pedimos a menina também, para conservar os irmãos juntos. E adotamos os dois, em fevereiro do ano passado”, disse Laura em conversa com a redação. Você também pode ajudar a sua causa preferida por meio do programa Causas Visa. Inscreva-se já e comece a ajudar.

Laura afirma que, fora as adoções, ela e seu marido já ajudaram 22 crianças que precisavam de atenção especial: “Dependendo de cada caso, um processo de adoção pode demorar um pouco; mas as crianças viviam comigo, eu dei hospedagem e cuidei de 22 crianças em períodos diferentes, entre 2010 e 2017, que foram retiradas das famílias biológicas por maus tratos, principalmente violência doméstica”.

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Laura é brasileira, seu marido, americano e ela diz que a casa deles possui pessoas diferentes, de culturas diferentes, mas existe uma coisa em comum que é o que faz a diferença: o amor. “Formamos um grande familia, com muitas culturas diferentes, unidos pelo amor, respeito e amizade. Eu e o meu marido nos sentimos honrados por fazer parte da história de cada um deles. A nossa jornada não para por aqui, quando acolhemos uma criança abandonada, mudamos para sempre o futuro de uma nova geração. De futuros derrotados marginais, para filhos queridos e vitoriosos”.

Cada uma dessas 22 crianças que cuidamos e acolhemos e demonstramos amor, carinho e proteção. Todos me chamavam de mamãe e ao meu marido Alejandro, papai”.

A intenção da brasileira em compartilhar essa história é incentivar outras pessoas a fazerem o mesmo, pois nós somos capazes de transformar a vida de uma pessoa: “Eu acredito que toda criança merece ter um lar e uma família e se não têm a sorte de nascer em um, podemos mudar este destino. Cada um de nós, se acolhemos uma criança que seja, já fizemos a diferença”.

adoção família

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Fotos: reprodução autorizada / Laura Imma Nonzioli

 

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