Faxineira do STF rotulada de analfabeta passa em 4 concursos públicos de nível federal

kickante“Pensaram que eu era analfabeta”, diz a ex-faxineira do STF, Marinalva Luiz.

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Ela superou o preconceito e a desconfiança de pessoas que não acreditavam que uma moça que trabalhou na limpeza do tribunal pudesse ser aprovada em quatro concursos públicos: STF, STJ (Superior Tribunal de Justiça), Ministério do Trabalho e MPU (Ministério Público da União).

Alguns colegas insinuaram até que ela havia comprado o gabarito da prova, de 2008, quando aconteceu o concurso do Supremo Tribunal Federal. Como se ela pudesse gastar o salário que ganhava como faxineira, de R$ 500, comprando gabarito…

“O preconceito está enraizado na sociedade brasileira ainda”, desabafa Marinalva. “Eu sempre gostei de ler. Lia desde gibi a Karl Max. Na minha casa tinha mais livros e revista do que em qualquer casa do meu bairro. As pessoas não entendiam por que eu e minha irmã líamos tanto. Hoje vejo que isso foi fundamental e um diferencial na minha vida.”

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Marinalva foi aprovada em 29º lugar. Ela aguardou quatro anos para ser convocada. O salário previsto era de R$ 3 mil, ou seja, 500% a mais do que a ex-faxineira recebia mensalmente.

Ela conta que a melhor vantagem do emprego no serviço público foi poder incluir a mãe como dependente no plano de saúde. “Ela foi muito bem tratada nos melhores hospitais do Plano Piloto e Taguatinga, especialmente no Santa Marta e São Francisco, onde infelizmente, ela veio a falecer, há dois anos.”

Segundo Marinalva, o segredo para o seu sucesso era saber aonde queria chegar e como. “A primeira dica é: decida onde você quer trabalhar. Eu só fiz concurso para o judiciário porque as matérias são as mesmas e somente o regimento interno que muda. Fiz do Ministério do Trabalho porque queria incentivar uma amiga a estudar e acabei fazendo a inscrição no último dia. Caí aqui de paraquedas”, ri.

Segundo: estude por livros e sites, nunca compre apostilas. Além de resumidas demais, são caríssimas. Um exemplo: quando estudava ainda para o STF, já tinha tudo quanto era exercício feito. Uma amiga comprou uma apostila na banca de revista e fui dar uma olhada apenas nos exercícios sobre a legislação do tribunal.”

Com essas dicas, como Marinalva, você pode ir longe. Basta acreditar!

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Leia também: Pedreiro que pedalava 42 km para estudar Direito finalmente se forma!

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via [G1] Fotos: Alexandre Bastos/G1

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