Fotógrafa mineira faz ensaio da avó de 100 anos 5 dias antes da sua morte: “Essa experiência me ensinou tanta coisa”

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O ano mal começou e já estamos profundamente emocionados! E não haveria de ser diferente depois de batermos os olhos em um ensaio fotográfico repleto de significado.

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No fim de 2022, a fotógrafa de Belo Horizonte, Mariana Beltrame, teve a oportunidade de fotografar a avó aos 100 anos cinco dias antes da idosa falecer de forma natural

Em seu Instagram, Mariana contou que o ensaio foi um jeito simbólico de se despedir da avó, Alcenia Maria Sales Ferreira, que tanto apoiou sua carreira como fotógrafa. 

“Essa experiência, tendo ela diante das minhas lentes, me ensinou tanta coisa que talvez eu mal consiga explicar aqui. Mas vou tentar… Ela já estava bem frágil, visivelmente se despedindo de nós a cada dia. De forma natural, sem nenhum agravante de saúde. Simplesmente seguindo o fluxo da vida. E pude ver tanta beleza nisso!”, escreveu ela.

Poder fazer um ensaio da avó no fim da vida foi algo que ela jamais vai esquecer.

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“Aproveitei que o Natal ia ser na minha casa e minha mãe trouxe ela do interior, de carro, e eu aproveitei a oportunidade. A gente sabia que ela estava nesse processo de despedida por conta da idade, das limitações que ela vinha adquirindo fisicamente e mentalmente”, explica.

Astral diferente

Mariana lembra que o astral da avó estava diferente no dia das fotos e que foi gratificante para ela ver que a idosa se divertiu naquele momento.

“No dia das fotos ela estava mais animada, porque nesse processo ela vinha ficando muito cansada, não conseguia comer, nem andar. A gente teve que ter muita delicadeza para lidar com ela no momento de fazer as fotos”, explica. 

Veja o ensaio:

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A post shared by Mariana Beltrame (@marianabeltrame)

Ai gente, que ensaio mais lindo! 🤧

Fonte: BHAZ

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Ele tinha menos de 1% de chance de sobreviver e hoje trabalha ajudando pessoas a remoçar a vida

Pedro Pimenta contraiu meningite aos 18 anos e depois de um quadro de saúde muito grave, teve que amputar braços e pernas para sobreviver. No ínicio a adaptação foi difícil, mas com muita garra e força de vontade ele começou um treinamento, quase que militar, para aprender a usar próteses. Hoje ele leva uma vida 100% independente e abriu sua própria clínica de reabilitação para amputados com o objetivo de ajudar as pessoas a recomeçarem a vida.

Publicado por Mais Razões em Terça-feira, 10 de janeiro de 2023

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