Funcionário do McDonald’s celebra 17 anos de trabalho na empresa encantando clientes sendo quem ele é

O que motiva alguém a permanecer na mesma empresa por quase duas décadas, em vez de buscar um novo desafio? Rogério Saldanha da Gama, que tem síndrome de Down, não deixa margem para dúvidas: um ambiente onde pode ser quem ele é.

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Rogério, 40 anos, trabalha como Embaixador da Experiência do Cliente no McDonald’s e representa muito bem a Cooltura de Serviço, programa criado há 5 anos pela Arcos Dorados, franquia responsável pela operação do McDonald’s em 20 países da América Latina e Caribe, com o objetivo de incentivar seus funcionários a serem quem são. É a maneira espontânea que cada pessoa tem de gerar sorrisos e bons momentos para todos e garantir uma experiência única para colegas e clientes. A iniciativa está diretamente ligada à atuação da companhia em Diversidade & Inclusão, pilar que faz parte da estratégia ESG da Arcos, a Receita do Futuro.

Aí já viu, com seu carisma incondicional, Rogério encanta os clientes e torna-se amigo deles: “Eu tenho o carinho de todos os clientes. Tiram foto comigo. Eles são a minha força”, diz Rogério, que trabalha em uma unidade do Méqui em Jacarepaguá (RJ).

Inclusão pra valer!

A Arcos Dorados conta com o programa Inclusão Além da Cota, iniciativa que busca criar posições de trabalho e ampliar as oportunidades de desenvolvimento para pessoas com deficiência, além de contemplar uma série de ações afirmativas para ampliar a experiência desses profissionais na empresa. O calendário anual do programa conta com uma série de ações, como workshops de sensibilização, webinars e formação contínua de gestores, sempre com intérpretes de libras para levar ainda mais acessibilidade. Recentemente, essa iniciativa foi contemplada com o Selo Municipal de Direitos Humanos e Diversidade, concedido pela Prefeitura de São Paulo.

A dona Maria Saldanha de Gama, mãe do Rogério, é testemunha e só tem elogios ao programa da empresa para a inclusão de pessoas com deficiência.

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“Eu acho maravilhoso! Ele é muito bem tratado lá. Desde o início, teve uma ótima receptividade dos colegas e chefes. Todos o adoram. Então, sinceramente, o McDonald’s, pra mim, eu não tenho nada que reclamar”, conta.

funcionário do mcdonal's com síndrome de down
Rogério no seu início no McDonald’s. Foto: Rogério Saldanha da Gama/arquivo pessoal

Na companhia, as pessoas com deficiência recebem um olhar individualizado durante todo o processo seletivo. A companhia conta com uma equipe de profissionais dedicados à captação, contratação e acompanhamento de pessoas com deficiência, que contempla gestores de inclusão, médicos do trabalho, enfermeiros e gerentes selecionadores.

Maria lembra que essa inclusão acontece em todos os restaurantes da rede, não só no Brasil, mas no mundo inteiro. Falando nisso, toda vez que Rogério viaja com a família, faz questão de parar em algum McDonald’s para fazer uma foto.

“Ele se apresenta como funcionário do McDonald’s e faz uma festa. No mundo inteiro, falando a língua, ou não. Ele arranha o inglês do jeito dele”, brinca dona Maria.

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rapaz com síndrome de down em frente mcdonald's em paris
Parada pra foto no McDonald’s em Paris, França. Foto: Arquivo da família

Suporte para dar o seu melhor

Esse carinho todo se traduz em prêmios de Destaque do Mês pelo excelente atendimento. Em 17 anos de casa, Rogério já recebeu alguns e com certeza virão muitos outros. E claro, ele reconhece que sem o apoio dos colegas nada disso seria possível.

“Meus colegas estão sempre me apoiando e me elogiando. Quero agradecer porque eles são ótimos. Sem eles, é impossível fazer um trabalho maravilhoso como esse”, afirma.

Foto: Rogério Saldanha da Gama/arquivo pessoal

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Rogério aproveita e faz um agradecimento especial ao seu Gerente: “Ele é uma pessoa querida, que eu adoro muito. É meu coelhinho da sorte. Ficar sozinho, sem ele, é impossível”, conta.

No melhor lugar

Rogério já recebeu ofertas para mudar de emprego, mas recusou todas elas. Pintou alguma oportunidade, ele passa pra frente, para amigos e namoradas, brinca a mãe. “O Rogério gosta muito de trabalhar com gente. Então, botar ele num escritório… Não, não tem condição. E lá, ele tem essa relação com as pessoas”, conta.

Rogério com os pais, dona Maria e o seu Roberto. Foto: Arquivo da família

“Estou há 17 anos no McDonald’s e é um prazer enorme!”, conclui Rogério, como quem diz que, “aqui é o meu lugar”.

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