Garoto abandonado duas vezes finalmente encontra um pai definitivo

A história de Tony e Peter Mutabazi é daquelas que só confirmam que o nosso destino parece estar realmente traçado.

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pai e filho em restaurante

Tony foi entregue a primeira vez para adoção aos dois anos de idade pelos seus pais biológicos. Quando tinha 4 anos, ele foi adotado por uma família de Oklahoma (EUA).

Só que essa família também o abandonou, aos 11 anos. Os pais adotivos deixaram Tony em um hospital da cidade de Charlotte, na Carolina do Norte (EUA), e nunca mais retornaram.

Foi quando Peter o conheceu.

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Peter e Tony juntos

Peter Mutabazi era voluntário em um projeto onde pessoas podem acolher temporariamente menores abandonados ou afastados dos pais devido a maus tratos. Por isso, a assistente social Jessica Ward, o ligou pedindo que ele acolhesse Tony. Ele precisaria cuidar de Tony apenas por um final de semana em sua casa.

Jessica tirou Tony do hospital e o levou para a casa de Peter ainda na mesma madrugada. Ao chegar na casa de Peter, Tony viu um brinquedo no quarto que ele dormiria e perguntou se podia brincar.

Aqueceu meu coração o fato de ele ter perguntado isso e me chamado de senhor”, recorda Peter.

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Peter também comenta que Tony sempre o chamou de pai. Isso chamou a atenção dele, pois as outras crianças que ele acolhia só se referiam a ele como pai quando estavam em ambientes públicos.

Tony e Peter conversando

Depois de alguns dias, ele soube da história de Tony. Jessica comentou que os pais adotivo o abandonaram no hospital e haviam rescindido a tutela, o que faria com que o menino retornasse para uma casa de adoção.

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Peter disse que se emocionou completamente e foi exatamente quando entendeu que ele iria adotar Tony.

Depois que soube que os direitos dos pais foram revogados e que ele não tinha para onde ir, eu [sabia que] precisava levá-lo para casa”

Tony e Peter em loja de conveniência

Eu tinha o quarto, os recursos, então não tinha motivos para deixá-lo ir embora. Pelo que alguém fez por mim, eu queria fazer algo por outra pessoa”, completou Peter.

Infância difícil

Ele nasceu em Uganda, na África e enfrentou muitas dificuldades em toda a sua vida. Peter sofria abusos aos 10 anos, até que fugiu da casa onde morava.

Foi quando ele mudou para o EUA e começou a trabalhar na World Vision United States, uma organização humanitária cristã global que ajuda crianças carentes.

Leia também: Ela encarou sozinha uma adoção para realizar o sonho de ser mãe

Peter conta que pensou em casar e ter filhos, mas então resolveu esperar mais um pouco. Um dia alguém chegou para ele e perguntou se havia interesse em ser tutor temporário. Como ele é solteiro, não sabia se estava qualificado para o cargo.

E ele estava. Foram dois anos recebendo crianças de todas as idades. Ao todo foram 12 filhos temporários. Tony foi o décimo segundo.

Tony e Peter lendo

Adoção definitiva

A história desses dois é tão especial que não tinha como não viralizar. Tony e Peter comemoraram a adoção definitiva e o perfil deles no Instagram já soma mais de 85 mil seguidores.

Tony e Peter em grupo

Os dois juntos são maravilhosos e não dá para negar que eles formam uma família linda e cheia de amor!

Veja também:

 

FONTE: Psicologia do Brasil

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