Gata com cromossomo extra ensina crianças sobre inclusão e respeito às diferenças

Pouco depois de nascer, a gata Maya foi encontrada em uma lixeira por voluntários da ONG Odd Cat Sanctuary e levada para um abrigo, onde morou por vários meses.

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Ela foi adotada pelo casal Laura Beader e Harrison Makofsky. Em seu novo lar, ganhou uma oportunidade de ser amada e feliz.

Maya nasceu com um cromossomo extra e por isso ela tem uma aparência diferente dos outros gatos.

Gata síndrome de Down livro inclusão respeito diferenças
A gatinha Maya nasceu com um cromossomo extra. Foto: Reprodução/Instagram @meetmayacat

Gata síndrome de Down livro inclusão respeito diferenças
Foto: Reprodução/Instagram @meetmayacat

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Sabendo da falta de informação sobre a síndrome, Laura e Harrison criaram uma conta para Maya no Instagram, onde ela tem mais de 455 mil seguidores!

Gata síndrome de Down livro inclusão respeito diferenças
Os pais de Maya lançaram um livro da gatinha que ensina sobre inclusão e respeito às diferenças. Foto: Reprodução/Instagram @meetmayacat

O perfil virou um espaço de ajuda para pessoas e animais com a mesma alteração genética.

Livro para as crianças

Para expandir sua linha de apoio, os pais de Maya lançaram no mês passado o livro Meet Maya Cat (“Conheça a Gata Maya”, em tradução livre).

Direcionado para as crianças, orienta os pequenos sobre como tratar bem as outras pessoas e os animais, mesmo que eles sejam diferentes da maioria.

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Gata síndrome de Down livro inclusão respeito diferenças
Foto: Reprodução/Instagram @meetmayacat

Todos os lucros da venda do livro serão doados para a ONG que cuidou e resgatou Maya no momento que ela mais precisava, além das Olimpíadas Especiais de Massachusetts (EUA).

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Maya com seus papais. Foto: Reprodução/Instagram @meetmayacat

Um casal teve uma ideia criativa para confortar sua gatinha quando ela fica sozinha em casa. Garanto que você vai se divertir, clique aqui para ler.

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[Nota de Redação]

O seu Zezinho tem 68 anos e nunca foi à escola. Ele queria muito aprender o alfabeto e finalmente poder escrever o próprio nome. Gentil toda vida, uma professorinha de 9 anos começou a ensinar o vendedor de picolé a ler e escrever.

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Fonte: SNB

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