Gatinho leva o seu primeiro cobertor para todo lugar

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Gatinho leva cobertor de infância aonde quer que vá

A voluntária e ativista Sara Budzynowski trabalha no Hospital Veterinário Wilson, em Michigan (EUA), onde atua cuidando de filhotes de gato resgatados das ruas.

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Em março do ano passado, uma ninhada de gatinhos órfãos com três semanas de idade chegou ao hospital.

Em geral, apesar da condição de extrema vulnerabilidade das ruas, onde estão expostos a todo tipo de má sorte, os filhotes estavam saudáveis, à exceção de um, que precisou amputar parte da cauda por conta de uma infecção.

Esse gatinho, batizado de Renly, conquistou não só a simpatia, mas o amor de Sara. “Cerca de uma semana depois que ele amputou essa parte da calda, levei-o para casa, adotei-o, e o resto foi história”, disse a voluntária.

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Presentes no lar adotivo

Em seu novo lar adotivo, Renly ganhou um cobertor para dormir e um coelhinho de pelúcia.

Nove meses se passaram, o gatinho cresceu e ficou extremamente apegado ao cobertor e à pelúcia. De fato, ele carrega o cobertor pra todo lugar.

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“Ele sempre amou seu cobertor desde o dia em que o levamos para casa e geralmente o carrega pelo quarto para onde ele quer dormir com ele”, afirma Sara.

Família cresceu

Recentemente, o casal também adotou dois cães: Hotchner e Azula. Como irmão mais velho, Renly começou a compartilhar seu amado cobertor e o coelhinho de pelúcia com seus irmãos.

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“Hotchner e Renly dormem no mesmo quarto e, às vezes, quando chegamos em casa do trabalho para passear com eles, vemos que Renly coloca seu cobertor ao lado da caixa de seu irmão e Hotch tenta puxá-lo para dentro da caixa. Em outras palavras, Renly compartilha seus pertences com ele.”

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Uma coisa é certa: aonde quer que vá, Renly leva seu cobertor com ele.

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E quando não é o cobertor, é o coelho de pelúcia!

Valor sentimental

Significa muito para o bichano, afinal, é o primeiro presente dado pelos seus pais adotivos quando ele era apenas um bebê.

Sara e seu noivo querem garantir que o cobertor sempre fique com ele. “Ao longo dos meses, esse cobertor passou por várias lavagens, mas não suporto substituí-lo e pretendo mantê-lo para o resto da vida”, concluiu a mãe coruja.

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Fonte: The Dodo/Fotos: Sara Budzynowski/Arquivo pessoal

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