Para alegrar colega que perdeu concurso, menina cede medalha para ele


Para alegrar coleguinha triste que perdeu concurso, menina de 10 anos cede medalha para ele
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Após conquistar a medalha de prata em um concurso de oratória da escola, a estudante do 6º ano Laura Binder, 10 anos, percebeu que um coleguinha da sala estava muito triste por não ter se classificado.

Em um ato de generosidade, ela pediu para seus colegas assinarem a faixa da medalha com o nome do amigo, Rafael, e entregou sua medalha para ele dizendo que “todos sabiam que ele tinha dado o seu melhor”.

Laura estuda no Colégio Everest Internacional, em Curitiba. A direção explica que há um programa de virtudes na escola que incentiva os estudantes a terem atitudes altruístas. Assim, sempre que algo parecido acontece, a atitude do aluno é reconhecida.

Para alegrar coleguinha triste que perdeu concurso, menina de 10 anos cede medalha para ele

No caso da vice-campeã de oratória, seu time ganhou pontos a mais no ranking geral dos jogos internos.

Um “informe positivo” é enviado aos pais dos estudantes quando não há jogos desse tipo, para que boas atitudes sejam sempre prestigiadas e recorrentes.

O médico Gustavo Binder e a dentista Susane Binder, pais de Laura, dizem que baseiam a educação das filhas – que também inclui Júlia, 6 anos – em dois princípios: técnico, no sentido de adquirir conhecimento e desenvolver capacidades, e no caráter, para que elas se transformem nas melhores pessoas que puderem ser.

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“Pessoas com caráter e com generosidade são mais felizes e ajudam outras pessoas a serem mais felizes”, explica o pai, ressaltando que essa é a parte mais importante do crescimento e que é isso que deseja para suas filhas. “A gente torce para fazer o melhor e que o resultado dessas atitudes formem adultos com um grande coração”, conta, emocionado com a atitude de Laura.

Campeonatos e concursos de conhecimentos gerais, como o de oratória, são comuns no Colégio Everest Internacional, além de cálculo e outras áreas. O objetivo é sempre o mesmo: incentivar as crianças a se desenvolverem e também a lidarem com frustrações caso não vençam.

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Fonte: Gazeta do Povo/Fotos: Reprodução/Instagram

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