Policiais cantam ‘Baby Shark’ para colher digital de menino autista: ‘criar vínculos’; assista

“Na hora a gente tem que dar uma improvisada, e tem que ir de acordo mesmo com cada criança. Tem que criar aquele vínculo com ele, para quebrar aquele gelo."


policiais cantam baby shark para criança autista
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Os policiais do IIG (Instituto de Identificação de Goiás) se surpreenderam com a repercussão do vídeo em que cantam e dançam a música ‘Baby Shark’ para uma criança autista.

Eles precisam usar a imaginação para colher a digital de Daniel Nahin Ramos Moreira, 2 anos, para fazer a identidade dele, em Goiânia (GO). Deu certo.

“A gente é orientado a tratar as pessoas de acordo com as suas diferenças, então, quanto mais elas se sentirem à vontade, mais a gente consegue criar um vínculo e mais bem feito fica o nosso trabalho”, disse a papiloscopista Gisela Lima.

Publicado na terça-feira (9), o vídeo mostra os agentes em ação. A mãe do menino, Lorena Ramos Ferreira, de 35 anos, ficou a surpresa com a atitude da equipe.

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Para ela, antes de ir ao IIG, havia uma grande dúvida se o filho iria conseguir fazer o Registro Geral (RG) pelo fato de ele ser “um tanto restritivo ao toque”.

Daniel foi diagnosticado com autismo aos 18 meses de vida. “Ele não fala, tem dificuldade de desenvolvimento pessoal, várias estereotipias e dificuldade de socialização. Ele se enquadra no nível 2 moderado. Não gosta de ser tocado, principalmente por pessoas desconhecidas”, contou ela.

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Gabriel Rodrigues, que trabalha como assistente administrativo do núcleo de informações do Instituto de Identificação da Polícia Civil do Estado de Goiás, que também participou do ato, disse que se lembrou da filha, de 4 anos.

‘É preciso criar um vínculo’, dizem policiais

“Na hora a gente tem que dar uma improvisada, e tem que ir de acordo mesmo com cada criança. Tem que criar aquele vínculo com ele, para quebrar aquele gelo, e para a gente ter uma intimidade para fazer uma boa coleta das digitais, e na hora eu lembrei de cantar a música do ‘Baby Shark’”, contou Gabriel.

Gabriel comentou sobre a gratidão de Lorena ao ver o filho à vontade e tão próximo dos peritos. “A mãe dele ficou surpresa, por conta que ele não era muito próximo às pessoas, não deixavam tocar, conversar e com a gente ele se deu super bem e graças a Deus conseguimos fazer o RG”, explicou.

Assista ao vídeo:

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Fonte: G1/Fotos: Polícia Civil/Divulgação

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