Gerando sentimentos e produzindo neurotransmissores

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Por Mara Natércia

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A física quântica, ao considerar o corpo físico como um veículo da manifestação da consciência, nos apresenta o campo das possibilidades, onde a escolha do observador define o que é manifestado. Este campo da ciência moderna fala, em relação ao corpo humano, da ocorrência de uma comunicação entre o campo sutil, a mente, e o campo material como as células e os órgãos do nosso corpo.

Esta comunicação se processa por meio dos neurotransmissores, que são substâncias químicas, criadas pelos neurônios – células nervosas, com a função de biossinalização. Eles são responsáveis por enviar informações para outras células coordenando as atividades e funções celulares.

Os neurotransmissores agem nas sinapses, estas carregam e modulam sinais entre um neurônio e outro neurônio, ou células glandulares ou musculares. As sinapses compreendem o ponto de junção dos neurônios com outras células.

Podemos denominar a sinapse como sendo uma região de comunicação entre os neurônios. Sinapse vem do vocábulo grego que significa união. Trata-se de uma ‘atividade elétrica de um neurônio distribuída por seu axônio’, onde se processa a transformação de um sinal elétrico em um sinal químico através de uma transmissão sináptica.

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Os neurotransmissores estão divididos em três categorias: aminoácidos, peptídeos e monoaminas. Pretendo neste artigo chamar a atenção para a categoria dos monoaminas onde encontramos a dopamina, a serotonina e a endorfina.

A dopamina está diretamente relacionada à produtividade e motivação, pois é responsável pelas emoções, humor, cognição e memória. No campo físico atua no sistema nervoso central.

A serotonina e a endorfina são responsáveis por padrões de comportamento social, no campo físico está ligado ao sistema cardiovascular e endócrino. Regula o sono e a memória, bem como o bom humor.

A endorfina, neurotransmissor produzido na glândula hipófise, é responsável pelo componente anestésico em nosso organismo. Sendo endo (interno) e morfina (analgésico).

Leia o texto na íntegra em Gayatri Revista.

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