Giovanna Ewbank surpreende idealizadora de projeto e anuncia ajuda de OMO para reforma de casas no interior da BA

“O que eu posso fazer por você agora?”. Foi com essa pergunta, o desejo de ajudar o próximo, que Renata Quintella iniciou o Instituto A Nossa Jornada, em 2013. Na rua, perguntando às pessoas o que poderia fazer por elas. 

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Desde então, o Instituto conecta quem precisa de ajuda a quem pode ajudar. Os pedidos vão desde abraços, um café, uma simples amizade, cartas escritas à mão, consultas médicas, até uma mãozinha pra empurrar uma carroça de um catador de recicláveis.

Um projeto cheio de amor que emocionou a queridíssima Giovanna Ewbank, que também é mãe de 3, como a Renata. Gio é embaixadora da campanha Poder do SOMOS, da marca OMO, que conta histórias de brasileiros que agem pelo coletivo para construir uma sociedade melhor.

Renata foi para as ruas perguntar para as pessoas: “o que eu posso fazer por você agora?”. Foi o início do Instituto A Nossa Jornada. Foto: Arquivo pessoal

“Nesse ano de tantos desafios, nos esforçamos ainda mais para ajudar milhões de pessoas através das nossas doações e queremos ampliar a voz de que também está lutando em busca de um mundo melhor”, diz Mariana Gonçalo, gerente de marketing de OMO.

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Alguma dúvida que a Renata é uma dessas pessoas? De jeito maneira!

O Instituto já promoveu centenas de jornadas nesses 7 anos de atuação. Guiadas pelo pensamento que diz: “Somos todos anjos de uma só asa e só poderemos voar uns abraçados aos outros”.

Leia também: Tatá Werneck se emociona ao conhecer história de gari que entrega refeições a pessoas carentes no RS

O Poder do SOMOS

A Gio falou com a Renata por chamada de vídeo e, gente, difícil não se emocionar com a alegria dela, e com a reação da Renata quando a Gio disse que OMO vai apoiá-la em uma linda missão!

Entre tantas ações incríveis, Renata está dando a vida para reformar quatro casinhas de famílias muito humildes no interior da Bahia: três em Araci e uma em Guanambi.

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Araci é uma região bastante pobre, sério. Os moradores sobrevivem do trabalho pesado na lavoura em condições miseráveis.

A primeira casa reformada vai ser da dona Baia, que mora com 8 filhos – um deles cometeu suicídio; paredes não chegam no teto, não há móveis e todos dormem juntos no chão. Muito triste!

Mas tristeza foi o que não teve no papo da Gio com a Renata, viu? O choro é de alegria e a gente chora junto também. Dá o play:

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