Autora escreve livro sobre heroínas negras do Brasil que vai fazer você gostar de História

E se você estudasse nas aulas de História a vida das nossas heroínas negras, ao invés de somente saber da biografia de imperadores e reis do país?

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Pensando nissso, a autora Jarid Arraes, lançou o livro  Heroínas Negras Brasileiras em 15 Cordéis. O  objetivo é resgatar a história de mulheres negras que lutaram pelos seus direitos e espaço no Brasil, mas não tiveram suas histórias divulgadas.

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“Acho curioso como sabemos todos os casos sexuais de tantos reis e imperadores, mas uma líder como Tereza de Benguela, que foi rainha do quilombo de Quariterê no Mato Grosso, nem sequer é mencionada nas escolas.”- diz a autora.

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Há quatro anos a jovem iniciou o processo de pesquisa quando leu a biografia de três personagens negras, esquecidas pelos livros de Hstória: Dandara dos Palmares, Luisa Mahin e Aqualtune.

Durante a escola, a autora diz nunca ter aprendido sobre uma mulher negra que fez algo de importante para o país.

“Quando tive acesso aos grandes atos dessas mulheres, mergulhei fundo para encontrar outras”, diz.

Além do perfil de Tereza de Benguela, a autora também conta a história de Maria Firmina dos Reis, fundadora da primeira escola mista do Brasil , para meninos e meninas, no qual foi perseguida. Ela também foi a autora do primeiro romance abolicionista do Brasil, Úrsula.

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A autora aponta similaridades entre a história de Maria Firmina e de outra grande escritora negra brasileira, Maria Carolina de Jesus, cuja trajetória também é contada no livro.

 “Embora tenha seu primeiro livro, Quarto de Despejo, publicado com muito sucesso, Carolina caiu no esquecimento porque ousou enfrentar a elite que a exotificava e peitou os supostos ‘tutores’ que não permitiam sua expressão artística em outras áreas, já que ela sonhava também em ser cantora”, diz,  em entrevista ao HuffPost Brasil.
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Heroínas Negras em 15 Cordéis também conta as histórias de Aqualtune, Zacimba Gaba e Na Agontimé, princesas e rainhas africanas que foram sequestradas como escravas para o Brasil.  Além de deixar seus legados, lutando pela liberdade de todos, elas foram líderes de revoltas e preservaram quilombos de sucesso.

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Atenção, povo de Sampa!

O lançamento do livro em São Paulo será hoje, dia 01/06!

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Fotos: Divulgação

 

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