Criado por pesquisador brasileiro, hidrogel de gengibre evita amputação em diabéticos

INPA – Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia e o pesquisador Carlos Cleomir de Souza Pinheiro desenvolveram um hidrogel à base de gengibre amargo, capaz de evitar amputações das extremidades em pacientes que sofrem de diabetes.

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Carlos vem desenvolvendo o hidrogel há cerca de 20 anos e acredita que o produto chegará ao mercado brasileiro ainda este ano. Segundo o pesquisador, que é doutor em Biologia e Recursos Naturais, seu hidrogel foi testado em 27 pacientes diabéticos que sofriam com úlceras nos pés indicadas para amputação, alcançando a cura em 95% dos casos.

Hidrogel de gengibre criado por pesquisador brasileiro evita amputação em diabéticos
O pesquisador Carlos Cleomir de Souza Pinheiro entre mudas de gengibre amargo

O gengibre amargo e suas propriedades químicas são altamente cicatrizantes, anti-inflamatórias, analgésicas e vasodilatadoras. Carlos diz que o produto vem sendo desenvolvido e testado oficialmente desde 2004, e que todos os pacientes com quem conversou e que utilizaram o hidrogel, afirmaram que a cura veio em menos de dois meses de uso.

Para produzir o medicamento em massa, o pesquisador criou a Biozer da Amazônia, uma empresa incubada no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia. A Biozer não só produzirá o gengibre amargo como será responsável pela distribuição do hidrogel em mercados e farmácias.

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Hidrogel de gengibre criado por pesquisador brasileiro evita amputação em diabéticos

Todo este trabalho vem sendo conduzido com a ajuda da Unicamp, a Faculdade de Medicina do ABC, a Universidade Federal do Amazonas, Universidade do Estado do Amazonas e a Fundação de Controle da Oncologia do Estado do Amazonas.

Hidrogel de gengibre criado por pesquisador brasileiro evita amputação em diabéticos
Carlos com a Medalha de Ouro Deodato de Miranda Leão, outorgada pela Câmara Municipal de Manaus

O hidrogel à base de gengibre amargo já teve sua patente requerida e atualmente aguarda apenas a liberação da Anvisa.

Para além desta notícia incrível, este é um exemplo concreto da capacidade de produção científica brasileira e o tipo de avanço que o investimento em pesquisa é capaz de promover em uma época em que nunca investimos tão pouco em ciência.

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Fonte: R7/Fotos: Divulgação/INPA

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