Quatro anos após ter as duas pernas amputadas devido a um coágulo sanguíneo, o britânico Ben Lovell, 42 anos, escalou os três picos mais altos de toda a Inglaterra – um feito que ele levou 27 horas para alcançar.
PUBLICIDADE
CONTINUE LENDO ABAIXO
Com uma prótese, Ben consegue andar por 20 minutos ininterruptos até o seu corpo pedir descanso. Imagina a enorme força de vontade que ele precisou ter pra subir não uma, mas 3 montanhas das Ilhas Britânicas?
O britânico contou ao portal ‘Good News Network’ que ele jamais havia escalado uma montanha. Topar essa aventura seria um desafio gigante desde o princípio.
Leia Mais
Hoje, depois de quatro anos fazendo fisioterapia e praticando exercícios físicos diários, Ben consegue caminhar vinte minutos seguidos (cerca de 1 km), antes de precisar tirar a prótese e recarregar suas energias.
PUBLICIDADE
CONTINUE LENDO ABAIXO
Ainda assim, o ex-construtor de estradas escalou a Montanha Helvellyn e seus 950 metros de altitude em 7 horas, a Montanha Sca Fell (964 metros) em 9 horas e o Pico Scafell (978 metros) em 11 horas. Incrível, né?!
Para estimular outras pessoas com deficiência, especialmente crianças, a participar de excursões e aventuras como esta, Ben, que tem dois filhos, criou a ONG ‘AmpCamp’, onde arrecada doações e custeia próteses para crianças que nasceram com deformidades físicas ou foram submetidas a amputações.
Todo ano, a AmpCamp organiza um retiro de férias em Tenerife, nas Ilhas Canárias, onde estimula dezenas de crianças a despertar seu senso de aventura e amor pela natureza.
“No final das contas, não importa o quanto tempo leva para escalar; se trata apenas de fazer isso, chegar até lá“, disse Ben.
PUBLICIDADE
CONTINUE LENDO ABAIXO
“O Monte Helvellyn foi muito difícil e assustador porque perdemos a pista e acabamos escalando a lateral do pico. Eu estava com muita dor, mas isso é uma coisa mental e você só precisa superar isso”, relatou.
Sobre andar em terreno pantanoso, o britânico explicou: “Isso coloca uma grande pressão nas outras articulações e na outra perna, e usar muletas, que tenho que fazer, é muito difícil para as suas costas e ombros.”
Depois da amputação de Ben, há quatro anos, ele sofreu de ansiedade e depressão, mas agora vai à academia cinco a seis vezes por semana, além de estar presente no dia a dia das crianças do AmpCamp.
PUBLICIDADE
CONTINUE LENDO ABAIXO
Nos últimos anos, ele completou uma caminhada patrocinada de 21 quilômetros ao redor de um reservatório com muletas e um salto de paraquedas de 15 mil pés.
Questionado sobre a razão pela qual fundou o AmpCamp, Ben foi enfático: “Nas férias, queremos apenas dar às pessoas um lugar para ir onde possam se sentir seguras e confiantes, e onde possam relaxar sem estigmas; e se você precisar tirar uma perna protética um pouco, todo mundo vai entender”.
Fonte: GNN
Fotos: SWNS
Quer ver a sua pauta no Razões? Clique aqui e seja um colaborador do maior site de boas notícias do Brasil.