Após parar no hospital, idosa reencontra netos e diz se sentir curada: “Melhorei porque pude abraçá-los”

A dona Guiomar Corrêa do Nascimento Guilherme, 73 anos, simplesmente, ama abraçar. Não tem coisa melhor pra ela do que dar um abraço, sabe?

Agora, imagina então, como foi não poder abraçar quem ela ama na pandemia. Guiomar parou no hospital e só ficou melhor quando finalmente pôde abraçar seus netos, num final de semana em uma chácara alugada pelo filho dela, em São Paulo.

“Não vou esquecer nunca, quando eu lembro, me emociono. Pra mim, tinha algo me curando. E eles também numa felicidade tão grande porque meus netinhos gostam demais de mim”, diz Guiomar, a “Mulher do Abraço”.

“Você pode ter certeza. Qualquer ser humano, se alguém der um abraço nele, ele melhora. Um dia eu estava conversando com uma amiga minha e uma moradora de rua veio perto de mim e falou assim, ‘a senhora me dá um abraço?’. Eu respondi, ‘meu amor, eu dou sim um abraço em você’, e pensei, em silêncio, esse é o senhor Jesus que eu estou abraçando nesse momento”, lembra.

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O apelido carinhoso ela ganhou no Instituto Velho Amigo, que promove a inclusão social de idosos em situação de vulnerabilidade. Este ano, a organização sem fins lucrativos passou a contar com o apoio do projeto A Essência do Cuidar, da NIVEA, fortalecendo ainda mais a sua rede de acolhimento.

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Saiba mais sobre o Instituto Velho Amigo e apoie também clicando aqui.

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