Idosa internada em UTI melhora após encontrar sua cadelinha em Uberlândia (MG)

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A aposentada Luiza Helena Araújo Mendes, 81 anos, precisou deixar sua casa, a família e sua “filha de estimação” para receber tratamento no Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (HCU-UFU), no interior de Minas Gerais.

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O quadro de saúde da idosa havia piorado significantemente. Dona Helena precisou ser internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), onde deve permanecer por alguns dias.

Ela pede permissão à equipe de médicos e enfermeiros para encontrar seus familiares desde que chegou, o que sempre lhe é concedido. No entanto, uma ausência faz bastante falta para dona Helena: a de Nita, uma cachorrinha adotada há três anos.

A acompanhante da idosa conta que passou aos médicos os dois maiores desejos que Helena mantinha ali: voltar para casa e ver Nita, sua companheira para todas as horas. A vontade de revê-la foi reafirmada diversas vezes pela paciente aos enfermeiros e médicos.

Após alguns dias, a equipe do hospital conseguiu realizar o sonho dela. Na quarta-feira (3), Nita foi levada até o Hospital das Clínicas de banho tomado e em uma caixa de transporte adequada, e pôde visitar sua mãe.

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Idosa internada em hospital melhora após encontrar sua cadelinha

“Em internação prolongada e com ainda da ventilação mecânica, dona Helena queria encontrar pessoas importantes na vida dela. Os familiares já tinham vindo e só faltava a Nita. Fizemos uma preparação para que a visita não fosse perigosa nem para dona Helena, nem para Nita e nem para os outros pacientes”, explica Juliane de Melo Silva, coordenadora da unidade.

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“Logo que a Nita chegou, ela foi direto para a visita. A cadela reconheceu a paciente e a dona Helena a reconheceu, foi uma interação muito bonita entre as duas”, completa a psicóloga Rosângela Caratta. A iniciativa foi levada adiante por ela, pela coordenadora, pela enfermeira Lívia Santana Barbosa e pela medica Gabriela Mendes.

De fato, esta é a primeira vez que um animal participa de uma visita no hospital. O quadro de saúde da paciente, em piora desde a véspera do encontro com a cadela, estabilizou desde quarta-feira (3) e progride há dois dias. “Ainda não tivemos a melhora que queríamos que ela tivesse. Mas é um trabalho dia após dia e depois da visita, observamos um avanço do ponto de vista clínico”, discorre Juliane.

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Idosa internada em hospital melhora após encontrar sua cadelinha

O Hospital das Clínicas defende como um de seus pilares fundamentais “a atenção ao paciente e aos acompanhantes que vivenciam a rotina diária do hospital em busca da melhora de seus entes queridos”.

Como uma das necessidades para evolução do quadro clinico e para oferecer conforto em situações complicadas, a coordenadora aponta a humanização do paciente, parte de um programa do Sistema Único de Saúde (SUS).

Para adotar tais medidas como práticas diárias, há todo um trabalho feito nos bastidores pela equipe médica da instituição. “Nosso hospital trabalha há muitos anos para humanizar os pacientes. Tentamos realizar os desejos dentro dos procedimentos seguros que trazem benefícios aos pacientes, claro que dentro das nossas limitações”, pontua Juliane.

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A psicóloga Rosângela Caratta afirma que a equipe se reúne semanalmente com os acompanhantes para ouvir suas necessidades, bem como o estado dos pacientes e suas vontades. “Há um grupo composto por médicos, psicólogos e enfermeiros para sempre informar claramente o que está acontecendo com o paciente, um projeto cuidadoso de diálogo para trabalhar a assistência a todos”, comenta.

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Fonte: O Tempo/Fotos: Reprodução/HCU-UFU

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