Jovem brasileira quer acabar com a falta de moradia imprimindo casas

Aos 22, Anielle Guedes já fez discurso nas Nações Unidas, em Genebra, na Suíça, é embaixadora do [email protected] no Brasil e acaba de ser convidada para falar de suas startup Urban 3D no World Future Society Annual Meeting, nos Estados Unidos.

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O projeto de Anielle que tem dado o que falar quer acabar com a falta de moradia. Pode parecer ousado demais, mas depois de escutá-la, parece possível, mesmo que difícil.

Para isso, sua startup tem como missão desenvolver materiais e tecnologias para tornar a construção de casas mais rápida e barata. A ideia nasceu durante o curso de dez semanas que fez em 2014 da Singularity Universtiy, no NASA AMES, na Califórnia.

“Não podemos continuar esta situação de pessoas não terem o mínimo para viver, o mínimo de saneamento básico, o mínimo de água encanada. Sem isso, elas nunca comerão direito, não pensarão em educação, não terão saúde”, diz Anielle em entrevista ao Projeto Draft. “Há uma série de questões, intrinsecamente ligadas à casa, que são responsáveis por melhorar os índices de desenvolvimento humano”.

Para alcançar seu objetivo de que prédios de quatro a cinco andares sejam erguidos em poucas semanas, com um custo até 80% menor do que o cobrado pela construção civil nos dias de hoje, a brasileira correu atrás de colaboradores. Já conta com três empresas alemãs, uma na área química, outra especializada em robótica e a terceira em maquinário pesado.

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“Não vamos conseguir incluir três bilhões de pessoas nos próximos 15 anos se continuarmos a usar os recursos da forma atual. Precisamos de processos mais eficientes”, afirmou Anielle que calcula que o preço final de uma casa ou apartamento finalizado com este processo será algo entre 10 e 15 mil reais.

Apesar de todas as dificuldades que um projeto dessa magnitude pode ter, o maior de todos, segundo ela, é a resistência do mercado de construção civil, mas ela vai enfrentar sem medo, pois acredita que a tecnologia pode e dever ser usada para um desenvolvimento sustentável e para melhor a vida das pessoas.

“Imagino ver uma empresa estruturada, mudando a forma como pensamos a construção civil. Quero visitar comunidades inteiras e ver as pessoas morando em casas e pensar que tudo o que fizemos lá atrás era necessário e que conseguimos cumprir o que nos propusemos a fazer”.

Fonte: Projeto Draft

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