Jovem com autismo severo tem sua vida salva através do balé

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Jovem com autismo severo tem sua vida salva através do balé 3Um homem de 20 anos diagnosticado com a forma mais severa de autismo com uma idade muito jovem hoje dança em uma companhia de balé que ele credita por salvar sua vida.

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“Eles disseram que eu nunca seria capaz de viver por conta própria ou cuidar de mim”, disse Philip Martin-Nelson ao MyFoxNY.com.

Até os três primeiros anos de sua vida Philip era incapaz de falar, fazer contato visual ou até mesmo permitir que alguém o tocasse.

Seus pais procuraram terapia e o matricularam em aulas de esportes e ginástica. Quando ele finalmente ganhou a habilidade de falar, ele disse que queria dançar.

“Minha mãe costumava dizer que nos levaria no programa do Barney na TV e eu memorizava as danças”, disse Philip.

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Quando ele tinha 6 anos, fez sua primeira aula de balé e desde então a dança o mantém desbloqueado.

“Essa foi a primeira vez que me concentrei, e a primeira vez que me vi realmente querer fazer algo e realmente prestar atenção”, disse.

A dança começou a afetar todos os aspectos da sua vida.

Hoje Philip é o bailarino principal em Les Ballets Trockadero de Monte Carlo, uma companhia de balé composta apenas por homens.

Ele credita a seus terapeutas e seu sistema de apoio para que ele esteja onde está hoje.

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“O balé salvou a minha vida inteira. Se eu não tivesse balé, se eu nunca pisasse em uma aula de balé eu provavelmente nunca teria me recuperado”, desabafou.

“Eu provavelmente ainda estaria em escolas especiais tentando apenas para sobreviver”, disse.

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Fonte: Fox News

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4 COMENTÁRIOS

  1. Tenho um filho autista de 26 anos e fiquei encantada com Philip, o fogo de interesse do meu filho Gabriel é a musica… A arte é uma ponte maravilhosa para eles mostrarem seus talentos.

  2. Essa “matéria” me deixou muito irritada. Os autistas não são “salvos” do autismo. Se não fosse o ballet ele estaria sobrevivendo em uma escola especial? Isso é um insulto às crianças com autismo e as escolas que fazem um trabalho magnífico, as crianças com autismo não só sobrevivem em escolas especiais, elas aprendem muito a como ter uma participação produtiva na sociedade, as crianças com autismo, independente da severidade VIVEM com muita intensidade e são capazes de atingir muito mais do que pensamos. Tenho um filho com autismo e achei essa matéria mal escrita, dá pra ver que o Vicente Carvalho não fez a lição de casa, não pesquisou direito o assunto e traduziu muito mal a matéria original, que é bem diferente dessa matéria pobre e distorcida. RECUPERADO? Não se recupera do autismo, se vc nasceu autista vai morrer autista, eles aprendem, se encaixam, se adaptam à essa sociedade que coloca todo mundo no mesmo bloco. ?

    http://www.theguardian.com/stage/2015/sep/07/philip-martin-nielson-autism-les-ballets-trockadero-de-monte-carlo

    Aqui está a matéria original para quem quiser ler algo por um jornalista que faz a lição de casa

    • Você falou tanta baboseira moça, tenho uma amiga com filhos autistas e ela adorou o texto, pq sim, na sociedade de hoje, eles são vítimas de bullying e vejo a dificuldade q ela passa com as crianças dela para serem aceitas em escolas normais. Você critica o rapaz que escreveu o texto, diz q ele não fez a lição de casa e buscou melhor sobre o assunto, mas esqueceu-se de q vc fez a lição de casa pela necessidade que têm, logo não deveria esperar de um escritor que ele buscasse traduzir tudo ao pé da letra, pois ele sabe que muitos dos que virão ler não farão a lição de casa, então ele busca uma forma de adaptar-se ao público alvo, geralmente pessoas também leigas do assunto (você não disse que o autista é capaz de adaptar-se, talvez ele seja, mas a senhora não, tão pouco tem a capacidade de se por no lugar do escritor e pensar quem será o público alvo dessa publicação ‘pessoas leigas assim como eu’). E digo mais, essa minha amiga tem os filhos matriculados na APAE e tiveram sim facilidade em entrar e de fato fazem um excelente trabalho, porém ela quis preparar os filhos para o mundo exterior, onde lidarão com pessoas sem deficiência (seja ela qual for) e terão contato com mtas pessoas q ainda tem preconceito, tanto que o preconceito contra eles surgiu já na hora de matricula-los na escola convencional (tanto foi dificil a aceitação dos mesmos, q nem transporte a escola queria ceder, se não fosse a boa alma do condutor sabe-se lá o q teria sido deles), então não generalize e diga q o mundo para eles é maravilhoso, pois não é, e assim como todos nós brasileiros (com ou sem autismo) todos nós lutamos pra sobreviver, pois não é fácil manter o emprego, não é fácil manter as contas em dia, então reveja sua definição de sobreviver, pois ela está muito focada em feridas, sendo q nem tudo precisa ser num sentido literal, esse é o benefício que temos na nossa Língua Portuguesa, as vezes alguns por miúdos fazem uma grande diferença.
      Sendo assim e tendo tudo dito, finalizo com a seguinte observação, concordo e muito com a parte do autista não ser inferior as demais pessoas, apenas possuem uma maior dificuldade, mas não proibitivo de alcançarem suas metas e digo mais, bom seria se mais pessoas fossem como eles, pois neles não há maldade, eles são pessoas sinceras, são carinhosas e são incapazes de ter a mesma maldade que mtos hoje em dia tem no coração.
      Mas discordo com o fato de criticar o escritor, pois ele busca uma linguagem simplória para que se faça entendível ao público alvo, pessoas comuns, nem todas com o mesmo contato que você tem com o autista.

      • Prezado Thiago,
        Eu nao disse que a vida das criancas ou dos pais de criancas com autismo e facil, nao e, sim as criancas sofrem bulling etc, eu sei bem como e dificil, eu disse que elas nao SOBREVIVEM em escolas especial, elas VIVEM, APRENDEM e fazem tudo o que as criancas neurotipicas fazem, as escolas especiais sao otimas, eu disse tb que nao se recupera de autismo, nao tem nada que ser recuperar, eles Sao o que Sao, eles se adaptam, se encaixam etc etc o bailarino nunca disse isso, qdo vc traduz um texto, vc nao pode mudar o que o entrevistado disse e foi o que o “tradutor” fez. Como escritor, tradutor ou journalista o que quer que ele seja, ele tem a obrigacao de relatar a materia original como ela e, principalmente se escrita para leigos e pessoas que nao conseguem ler em ingles. Se vc puder ler em ingles vai ver que a estoria do rapaz e muito bonita e tradutor distorceu e simplificou a entrevista

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