Autodidata, jovem com paralisia cerebral se torna designer gráfico para ajudar a família no sustento

Renato foi diagnosticado com paralisia cerebral quando tinha apenas 1 mês de vida, devido algumas complicações no parto.

PUBLICIDADE

CONTINUE LENDO ABAIXO

Hoje, com 30 anos, ele desafiou algumas das suas limitações para investir em algo que ama muito: artes gráficas.

O Nego Nato, como é conhecido na zona norte de São Paulo, onde mora com a família, ganhou o primeiro computador quando tinha 15 anos. Foi quando ele iniciou no design gráfico, mesmo com diversas dificuldades.

Hoje ele faz artes e, com o dinheiro que ganha do trabalho, ajuda no sustento da família. Só que Renato ainda não tem todo o equipamento que precisa para trabalhar.

Por isso, lançamos uma vaquinha na VOAA o Renato. O dinheiro arrecadado é para ajudar a família se manter e para comprar alguns equipamentos essenciais para o trabalho de Renato. Faça a sua contribuição!

PUBLICIDADE

CONTINUE LENDO ABAIXO

Renato aprendeu designer por tutoriais na internet

Mesmo sabendo que queria aprender design gráfico, o caminho até ele conseguir não foi tão simples. Renato nunca encontrava um curso que o aceitasse devido as suas limitações. Foi quando ele começou a buscar tutoriais pela internet.

Na época ele também não tinha todo o aparato que precisa, já que tem os movimentos completamente limitados. Então ele usava uma escova de dentes para mexer no teclado do computador.

Para aprender mais rápido, Nego entrou em um grupo do Facebook e lá, postou uma de suas artes, que recebeu muitas críticas. Só que um dos usuários, o Bruno, quis conhecer mais sobre a história de Nego e começou a ajudá-lo.

nego nato trabalhando

PUBLICIDADE

CONTINUE LENDO ABAIXO

A primeira máquina de impressão em porcelanas de Nego foi presente de uma amiga. A partir daí, ele começou a produzir canecas com a impressão de suas artes gráficas. E é esse trabalho que vem ajudando no sustento da família.

O design se tornou principal renda da família

Com o reconhecimento e aumento da produção, o pai do Nego Nato, que trabalhava como motorista de aplicativo, deixou o serviço para ajudá-lo. A mãe também ajuda na produção e nas entregas dos produtos. Quando a entrega fica próximo de casa, Nego Nato faz questão de ir até o cliente levar.

Nego e família

A pequena empresa de Nego Nato fornece todos os tipos de brindes para eventos e instituições. E hoje, a família depende desse trabalho para viver.

PUBLICIDADE

CONTINUE LENDO ABAIXO

Só que com a pandemia os pedidos diminuíram muito e Nego Nato não está conseguindo renda suficiente para se manter com a família. Hoje eles estão com vários aluguéis em atraso, além das contas de água e de luz.

Nego Nato faz eventos solidários para ajudar famílias carentes

E mesmo com diversas dificuldades, Nego Nato ainda realiza um evento social todos os anos: o “Samba do Nego Nato”.

A festa acontece no dia do aniversário dele e, em vez de presente, Nego arrecada alimentos para famílias carentes. Ele também frequenta um grupo de capoeira. Para ele, não há limites.

nego e a mãe

Hoje, o que mais Nego deseja é fazer um curso profissionalizante para aperfeiçoar mais as suas técnicas, além de poder ingressar em novos nichos de mercado para ele e sua família.

Um dos grandes sonhos de Nego é poder ter seu próprio cantinho e equipamentos adaptados para ele trabalhar com muito mais perfeição.

Todo valor arrecadado na vaquinha será para a compra de maquinários, para ajudar a família se manter durante o período da pandemia e quem sabe, para que Renato consiga ter seu próprio cantinho também.

Vamos ajudar esse rapaz incrível a realizar o sonho dele? Clique aqui e faça sua contribuição na vaquinha do Nego Nato!

Quer ver a sua pauta no Razões? Clique aqui e seja um colaborador do maior site de boas notícias do Brasil.

CanaisPatrocínios
Marcas que nos apoiam

MARCAS QUE NOS APOIAM



Quer receber boas notícias todas as manhãs?

1,102,320FãsCurtir
3,121,804SeguidoresSeguir
25,464SeguidoresSeguir
11,200InscritosInscrever

+ Lidas

Relato fala sobre a importância do silêncio nas relações

O silêncio revela soluções escondidas pelo barulho de uma conversa.

Estudante paranaense cria absorvente sustentável para mulheres em situação de rua

"Se é uma coisa que a gente não tem escolha, é uma necessidade básica, quem tem que cuidar dessa necessidade básica é o governo. Se já distribui camisinha de graça, por que não absorvente?", questiona a paranaense.

Jovem de moto tira próprio tênis e dá para malabarista em semáforo no Acre

Graças à Internet a gente pode ver cenas como esta, que nos fazem acreditar que o mundo está cheio de pessoas boas e generosas....

Aluna faz casa impressa em 3D em apenas 48 horas e agora vai representar o Brasil em prêmio na Rússia

Você já imaginou construir uma casa inteira em apenas 48 horas? Esse feito foi conquistado pela estudante Juliana de Almeida Martinelli, que está no...

De louco a herói: Indiano escava canal por quase 30 anos e leva água a vila que sofria com a seca

Loungi Bhuiya foi chamado, muitas vezes de louco. Morador da aldeia de Gehlaur, no leste do estado de Bihar, na Índia, ele estava determinado...

Instagram

Autodidata, jovem com paralisia cerebral se torna designer gráfico para ajudar a família no sustento 3