Conheça a história de mãe e filha que se tornaram médicas juntas e agora iniciam residência

O fruto não cai longe do pé. As médicas Cynthia Kudji Sylvestere e Jasmine Kudji provam o ditado. Elas são mãe e filha, fizeram faculdade ao mesmo tempo e começam suas residências médicas no mesmo ano!

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A história delas ganhou manchetes no mundo todo e viralizou nas redes sociais. É uma história pra lá de inspiradora!

Ela começa em Uganda. Cynthia nasceu no país africano e foi morar nos Estados Unidos quando tinha 2 anos. A família fez uma viagem de volta para Uganda e foi quando Cynthia descobriu sua vocação para a medicina.

mãe ajeita capelo na cabeça da filha
Mãe e filha fizeram faculdade ao mesmo tempo. Foto: Adrienne Battistella

Cynthia conheceu uma jovem e pediu para cuidar do seu filho doente. “Ver essa disparidade realmente me abalou e me fez querer fazer algo a respeito.”

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Mas ela teve que adiar o sonho de ser médica quando engravidou de Jasmine, aos 22 anos. Decidiu começar sua carreira como auxiliar de enfermagem, depois, se tornou enfermeira. “Quando Jasmine estava na faculdade, percebi que era o momento certo para eu realizar meu sonho de ser médica.”

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Em 2013, Cynthia fez sua matrícula na Universidade de Medicina e Ciências da Saúde, na Ilha de St. Kitts, no Caribe. Jasmine cresceu vendo a mãe cuidar de pacientes, então, o curso de medicina era uma escolha “natural”. Entrou para a faculdade dois anos depois de Cynthia, concluindo os estudos na Louisiana State University, em Nova Orleans.

mãe e filha negras com roupas médicas sorrindo
Cynthia e Jasmine começam suas residências médicas em julho, em meio a pandemia do coronavírus. Adrienne Battistella

Residência em meio a pandemia

Cynthia escolheu fazer residência em medicina da família. Jasmine fará especialização em cirurgia geral. Elas começam em julho, em meio a pandemia do coronavírus.

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“Como mãe, estou muito preocupada em começar no meio de uma pandemia. Não sei se teremos EPIs suficientes. Eu me preocupo com minha filha, sendo potencialmente exposta à COVID-19. Mas, ao mesmo tempo, é para isso que nos inscrevemos.”

Mulheres negras médicas

Lá, como aqui no Brasil, é muito difícil ver mulheres negras médicas. No hospital onde Cynthia fará sua residência, existe apenas uma cirurgiã negra.

Histórias como a sua e de Jasmine são importantes para inspirar mais meninas negras que desejam ser médicas, mas faltam a elas referências para acreditar que é um sonho possível.

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“As cirurgias em geral são incomuns. Não é sempre que vejo pessoas que se parecem comigo em meu campo, por isso é tão importante para nós garantir que mostremos nossos rostos e divulguemos nossa história”, conclui.

mãe e filha negras vestindo beca formatura medicina
Graduadíssimas! Foto: Adrienne Battistella

Fonte: Crescer/TODAY

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