Médico obstinado ajuda bailarina amputada a dançar novamente

Um desejo, uma perspectiva, um objetivo.

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Tragédias, infelizmente, fazem parte da vida humana. Seja de forma natural (ficar perdido em uma montanha gelada por três dias) ou de forma provocada (como um atentado terrorista em uma maratona), acidentes são eventos corriqueiros do dia a dia e que fogem do nosso controle. O que diferencia as pessoas acometidas por essas tragédias é a forma com que encaram o resultado. O jeito que você se enxerga depois do acidente pode mudar o futuro: você é uma vítima ou um sobrevivente?

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Foi com esse pensamento que Hugh Herr, biomecânico do MIT, começou sua linha de pesquisa. Após uma nevasca durante uma escalada com um amigo, ficou três dias preso na montanha enfrentando um frio de -20º. Ao ser resgatado, infelizmente, já não havia chances de recuperação para seus membros inferiores.

Porém, ao invés de viver como vítima de um acidente, o doutor Hugh, então com 17 anos, iniciou os estudos universitários no curso de Física, prosseguindo com um Mestrado em Engenharia Mecânica no MIT e doutorado em Biofísica em Harvard. Seu objetivo, desde o acidente em sua adolescência, era poder escalar novamente. Hoje em dia, Hugh Herr é diretor do grupo de biomecânica do MIT e diretor de tecnologia da BiOM Inc., uma empresa com o desejo de transformar próteses em “biônica pessoal”.

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Adrianne Haslet-Davis, uma bailarina de 33 anos, participava da Maratona de Boston durante o atentado. Da mesma forma que o doutor Hugh, Adrianne se via como sobrevivente e prometeu a si mesma que voltaria aos palcos e voltaria à Maratona em que se acidentou. O destino tratou de unir essas duas vidas e, em setembro de 2013, Hugh e Adrianne se conheceram na clínica onde ela se reabilitava.

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Adrianne usa um modelo biônico dotado de articulações que reproduzem todos os movimentos de dança. Meses de pesquisa e desenvolvimento produziram o protótipo do vídeo abaixo: 

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