Menininha de 2 anos vê a mãe pela primeira vez depois de corrente do bem para pagar cirurgia

A pequena Nicolly, de apenas 2 aninhos, nasceu cega, e só recentemente conseguiu enxergar o rosto da sua mãe, Daiana Pereira, após passar por várias cirurgias, a última nos Estados Unidos.

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“Dois dias depois do nascimento, meu marido viu que ela não abria os olhos. Quando abriu, eles eram totalmente pretos. Estranhamos, chamamos um enfermeiro, passamos pelo pediatra, que encaminhou para o oftalmologista, que confirmou a doença”, contou a mãe em entrevista para o site Bolsa de Mulher.

nicolly

Os primeiros tratamentos e cirurgias não obtiveram sucesso. Mas, nem por isso Daiana deixou de acreditar na cura do “glaucoma” que escurecia a visão da menina. “Nunca pensei que não teria mais jeito. Era um sonho meu, mas deixei guardado dentro de mim. A visão deixou de ser prioridade quando a gente descobriu a gravidade da doença em si. Então, para que ela não perdesse os olhos, nossa luta passou a ser pelo controle do glaucoma.”

Quando Nicolly completou três meses, a mãe criou uma página no Facebook para compartilhar informações sobre a doença da filha. Foi assim que a história chegou até uma brasileira que vive em Miami, nos Estados Unidos. Sensibilizada por ter um caso de glaucoma na família, ela decidiu ajudar contando o caso para outra brasileira que também mora em Miami, Carolina Diago, que, há 15 anos, viabiliza a ida de crianças daqui que vão se tratar nos Estados Unidos.

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Ela começou a pesquisar sobre o caso e acionou seus contatos para saber qual seria a pessoa ideal para fazer a cirurgia de Nicolly. “Mandei e-mail para vários médicos, incluindo a Dra. Alana Grajewski, do Bascom Palmer Eye Institute, que foi a única que aceitou tratar a Nicolly”. E ela fez mais do que isso: Carolina começou uma campanha nas redes sociais, divulgando um link para que as pessoas pudessem doar dinheiro direto para o hospital através da ONG do próprio hospital, a WonderFund. O valor necessário para a cirurgia era de 17 mil dólares, cerca de 60 mil reais.

“Quando a arrecadação estava em 20%, uma amiga disse que ela e o marido doariam o restante que ainda faltava. Um amigo dono de hotel doou a hospedagem, uma amiga brasileira doou o restante da estadia em um apartamento e um menino de 10 anos, Elio Junior Giovane, que é corredor de kart, doou o prêmio dele para as passagens. Tudo isso em um curto período de tempo”, lembra Diana. E foi assim que Nicolly pôde viajar para os Estados Unidos.

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Mas, pouco tempo antes de fazer a cirurgia, os médicos descobriram que ela também tinha um problema de audição. Nicolly teve que fazer as duas cirurgias no mesmo dia.

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“Ela viu e ouviu pela primeira vez no dia 17 de março. Foi lindo. É algo único! Vou me emocionar todas as vezes que eu me lembrar, todas as vezes que eu olho pra ela e ela me olha. Ela é uma criança que hoje brilha muito mais! Digo que ela nasceu dia 17 de março, que foi o dia que eu pude ver de verdade a criança meiga que ela é, não na forma de demonstrar o carinho, mas na forma de olhar pra gente com carinho”, relata a mãe.

Dá play nos vídeos para ver esse momento emocionante:

 

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