Menino que amputou perna por causa de câncer realiza sonho de surfar 

Em 2015, o pequeno Juan Yure Chagas, hoje com 10 anos, recebeu o diagnóstico médico de um osteossarcoma, um raro e agressivo tipo de câncer nos ossos. Dali em diante, sua vida mudou radicalmente, mas o menino encontrou no surfe uma maneira de se entreter enquanto lidava com a doença.

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Ele foi submetido a um tratamento ao lado de outras 2.462 crianças e adolescentes atendidas no Hospital Peter Pan, em parceria com o Hospital Infantil Albert Sabin, contra o câncer infantil, em Fortaleza (CE).

A descoberta do câncer ocorreu por acidente: Juan machucou a perna em casa e foi levado pelos pais a um hospital. Durante a bateria de exames, os médicos identificaram um osteossarcoma, o mais maligno dos sarcomas ósseos, que afeta principalmente as extremidades dos ossos longos.

“Foi um momento terrível, acabou com a gente no primeiro momento. Dois anos de muita dor e aflição, mas que tivemos apoio de amigos e do Hospital Peter Pan”, lembra Jenniffer Gomes Carneiro, mãe do menino.

Ajuda para universitária que ficou tetraplégica perto de se formar

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Tratamento contra o câncer

Após algumas sessões de quimioterapia, dado o grave estado da doença, Juan precisou amputar a perna direita. Foram meses tristes que exigiram muita adaptação. “Hoje me sinto livre e muito bem. É muito bom saber que pessoas como eu sabem surfar, é incrível estar superando os limites”, disse o garoto sobre a atividade que realiza na comunidade do Titanzinho.

Juan Yure Chagas venceu o câncer e tornou o surfe seu principal hobby

“A gente conheceu o ‘Projeto A Maré Vida’, que é justamente para deficientes, e estamos lá”, explicou Jennifer. Ela logo percebeu a alegria do filho com o esporte. “Ajudou muito, ele gosta e diz que no mar se sente livre para fazer o que quiser e não sente que tem só um perna”, concluiu.

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A paixão pelo surfe fez Juan mergulhar fundo nos campeonatos e competições infanto-juvenis do Ceará. Ele já acumula as primeiras medalhas conquistadas no esporte e sonha se tornar um surfista profissional.

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O garoto afirma que não tem qualquer dificuldade para praticar o esporte nas pranchas comuns, porém precisa ter cuidados para não danificar a prótese. “O surfe é meu maior amor e os meus sonhos são muito altos. Conseguir juntar toda minha família, viver bem e poder todo dia ir para a praia brincar”, concluiu.

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Fonte: Pais e Filhos/Fotos: Reprodução/G1

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