“Meu filho é o menor do basquete, mas está dando um baile em todos vocês!”

“As multidões eram as piores. Qualquer pequena pessoa vai te dizer isso. Não há nada pior do que multidões: ser olhado, ser visto. Pessoas zombando da minha família. Nós três somos pessoas pequenas: minha mãe, meu irmão e eu.

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Minha mãe nos criou sozinha. Sem ajuda. Mas ela conhecia a luta e nos fortalecia toda vez que éramos intimidados. Às vezes, eu até sentia vontade de me matar. Mas ela dizia: ‘Você é especial. Sua mãe te ama. Seu irmão te ama.’

Mas minha mãe também era durona. Ela era a força da nossa família. Sempre que eu tinha problemas por brigar, ela nunca ficava brava. Ela dizia: ‘Você se defendeu. Isso é bom. Agora faça de novo.’

Foto: Humans Of New York

Ela nos encorajou a jogar basquete. Primeiro foi meu irmão, depois fui eu. Tinha um centro em nossa vizinhança onde um cara chamado Hammer dirigia um programa. Ele nos fazia ler um livro por 30 minutos (eu odiava essa parte), mas depois jogávamos basquete.

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E foi assim que aprendi sobre as habilidades que poderia ter com meu tamanho. Se você tem um metro e oitenta ou dois e não é perfeito, vou cronometrar seu drible. Vou roubar a bola no momento em que você atingir o solo.

Então você não tem escolha a não ser driblar baixo. Você vai te que descer para mim. E eu já estou aqui embaixo. Este é o meu mundo. É aqui que eu moro. Os caras da minha vizinhança passaram a me respeitar.

pequeno jogador de basquete
Foto: Humans Of New York

Eu nunca fui desrespeitado no programa de basquete. Mas, quando comecei a jogar no colégio e fomos para outras quadras, as multidões eram cruéis. Meus companheiros até tentavam me proteger e me motivar.

Mas não há muito que você possa fazer com trezentas pessoas gritando ‘anão’ para você. Eu odiava ir andar pela quadra. Qualquer pessoa pequeno dirá: ‘multidões são a pior coisa do mundo’. Mas, assim que eu desse o primeiro arremesso, eles ficariam em silêncio.

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Então eu faria isso de novo, e de novo, e de novo. E eventualmente a multidão começaria a ficar do meu lado. Porque eles nunca tinham visto nada parecido no basquete. Eles começariam a torcer por mim, mesmo que eu estivesse no outro time.

E minha mãe estaria nas arquibancadas, dizendo:

‘Meu filho é o menor do basquete, mas está dando um baile em todos vocês!'”

Foto: Humans Of New York

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Relato retirado da página Humans Of New York

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