Internautas doam e vaquinha para mãe e filha que vendem doces em semáforo para comprar comida bate meta

A situação da família da dona Dilza Carneiro, 43 anos, lá de São Luís (MA), sensibilizou a todos nós. A história da senhora, que precisa vender doces e água no sinal com a filha para terem o que comer, tocou mais de 1.100 transformadores, que doaram cerca de R$ 54 mil, ultrapassando em 34% o valor alvo da vaquinha da VOAA.

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Ainda restam 20 dias para você contribuir com esta família. Não deixe de participar! Clique aqui para doar.

A dona Dilza foi encontrada no sinal com a sua filha, a Thayla Silvinho, 10 anos. As duas trabalhavam no farol para ajudar em casa, já que o marido da Dilza, seu Paulo, 62 anos, precisou ser afastado após ficar 15 dias internado com Covid-19 e ter 50% do pulmão comprometido.

Para piorar a situação, seu Paulo, que é designer gráfico, perdeu seu emprego durante a pandemia e ainda precisa lidar com uma trombose na perna. Desta forma, ele não tem conseguido ajudar no sustento de casa.

Já a dona Dilza trabalhava com artesanato e festas, além de fazer bolos de pote para fora, mas a pandemia do novo coronavírus também diminuiu a clientela e impediu que ela trouxesse uma renda para o lar.

Dona Dilza e Thayla também têm problemas de saúde

Além de todas as dificuldades financeiras e a batalha para ter o que comer, dona Dilza sofre de problemas cardíacos e fortes sangramentos por conta de condições adversas no útero. A pequena Tayla, por sua vez, não pode se expor ao sol por causa de um problema no couro cabelo.

Ainda que passem por todas as dificuldades, as duas têm saído todos os dias para vender doces e ter o que comer em casa – elas já ficaram 35 dias sem comida e contaram com a ajuda de vizinhos.

A vaquinha será o início de uma mudança na vida desta família e para o sustento de todos até o final da pandemia. Nosso muito obrigado aos que, de alguma forma, já ajudaram a dona Dilza, a Thayla e o seu Paulo! 🙏

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Assim como a dona Dilza, Flávio precisa do seu apoio para levar comida para casa. Conheça a história deste esforçado cabeleireiro baiano clicando aqui!

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