Meu nome é Brittany Maynard e eu escolhi morrer com dignidade no dia 1º de novembro

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Brittany Maynard tem 29 anos, é recém casada e planos para uma família com seu marido Dan. Infelizmente pouco tempo depois de se casa Brittany foi diagnosticada com Astrocitoma grau 2, um grave tipo de câncer cerebral e os médicos deram a ela no máximo mais 10 anos de vida.

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“Quando você tem 29 anos e te falam que você tem essa quantia de tempo para viver, é como se dissessem que você vai morrer amanhã.”

Porém tudo fica ainda mais difícil quando, ao acompanhar seu diagnóstico, os médicos falam que seu câncer evoluiu para um Gliobastoma Multiforme, o tipo mais mortal de câncer cerebral. Onde, com severo tratamento, sua expectativa de vida seria de 6 meses.

Quando os médicos falaram para Brittany que sua morte seria lenta e dolorosa conforme o câncer continuasse a crescer, ela optou por escolher o seu próprio fim. Ela e seu marido se mudaram para o Oregon para ter acesso a lei da morte com dignidade, conseguindo a prescrição do remédio que colocará um fim à sua dor. Dia 1º de Novembro será o seu último dia, o dia em que vai se deixar levar.

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Tendo decidido isso, Brittany escolheu passar seus últimos momentos com alegria juntamente com as pessoas que ela mais ama e viajando com essas pessoas.

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“Agora, eu sou capaz de avançar em meus dias restantes ou semanas que eu tenho nesta terra linda, procurar a alegria e amor e gastar tempo viajando para as maravilhas do exterior na natureza com aqueles que eu amo”.

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“A razão para considerar a vida e o seu valor, é ter certeza de que não está jogando ela fora. Aproveite o dia. O que é importante para você, o que lhe interessa, o que vale a pena. Corra atrás disso, esqueça o resto.”

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4 COMENTÁRIOS

  1. “Enquanto há vida há esperança”, até uma formiga luta para não se afogar; um medicamento novo pode vir à público uma hora após sua morte e você não saberá se testá-lo ou não seria melhor do que morrer. Além do mais você não sabe se isto será o fim ou a continuação de sua dor agravada pela distância de todos os rostos queridos que você afastou de seu olhar de livre e espontânea vontade. Não existe o “nunca mais” e nem o “para sempre”.

  2. É muito difícil julgar,
    se, para ela, foi o caminho escolhido,nunca vamos saber quais eram as variáveis envolvidas. Seria muito egoísta querer que ela ficasse esperando por algo que nem mesmo nós sabemos qual seria o resultado da espera.

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