Moradores de rua cultivam horta e são reinseridos na sociedade por instituição de SP

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Bem ao meio do caos de São Paulo, próximo ao Armênia e a Avenida Cruzeiro do Sul, encontramos um lugar atemporal e pacato, onde os carros quase não passam e as ruas são cheias de casas pequenas, cortiços, bares, galpões e mercearias.

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Neste local se encontra a Casa Porto Seguro, que abriga cerca de 150 moradores de rua e realiza um trabalho incrível. Diferente de um albergue comum a casa é um centro de convivência para essas pessoas, onde elas trabalham em uma horta, plantando hoje o que vão comer amanhã.

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Todos os que convivem na casa são colaboradores da mesma e além de comida a casa oferece banho, café da manhã, almoço e a oportunidade de lavarem suas roupas. Além também de muitas outras atividades como aulas de alfabetização, Ensino Fundamental e Médio, capoeira, aulas de arte, yoga, entre outras.

A casa faz com que os moradores de rua sejam os protagonistas de suas próprias vidas, trocando o esforço deles por tudo que um cidadão inserido tem.

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Além disso a casa recebe também homossexuais e todo mês realiza uma assembléia onde os conviventes discutem vários temas, decidem o futuro da casa e suas regras também.

“As regras são decididas por eles. Não posso decidir nada sozinho. Eles precisam se apropriar e se reconhecer”, comenta o gestor Dinei Spadoni.

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