“Quando andei em seu taxi, eu disse que amava flores. Um ano depois, o motorista me deu um Pé de Manacá”

João e o pé de feijão todo mundo já conhece. Mas e João e o Pé de Manacá? Bom, a Dona Lice Enderlein, restauradora de livros na cidade do Rio de Janeiro, contou uma história um pouquinho diferente daquela que estamos acostumados a ler nos livros.

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A publicitária aposentada tem um ateliê na Rua Carvalho Alvim, na Barra da Tijuca, e trabalha com restauração de livros há mais de 15 anos. Em um belo dia, conheceu João, taxista do Rio que faria algo inimaginável por ela.

“Um dia eu estava em casa, ocupada com meus afazeres domésticos e ouvi a campainha tocar. Antes de atender, espiei pela porta e vi um desconhecido parado com alguma coisa na mão. Não fazia ideia de quem era aquele homem”

“Quando abri a porta, olhei para ele um pouco desentendida e ele disse: ‘Dona Lice? A senhora talvez não se lembre de mim, mas eu sou João, motorista de taxi. Há 1 ano e meio você pegou carona no meu carro e, durante nosso bate papo, disse que gostava muito de plantas’.

"Quando andei em seu taxi, eu disse que amava flores. Um ano depois, o motorista me deu um Pé de Manacá" 1

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“Naquele momento fiquei paralisada, mas João continuo falando ‘A senhora também disse que gostaria muito ter um Pé de Manacá. Eu prometi para você que te daria o Manacá, então estou aqui, para cumprir minha promessa.'”

“Nunca imaginei que poderia ter acontecido isso, principalmente 1 ano depois. O Pé de Manacá é esse arbusto que tenho no jardim todo florido. As flores abrem todas na mesma hora, nas cores branca, rosa e roxo. É uma fofura!

“Fiquei surpresa, emocionada e encantada com o bom coração daquele homem, conto esta história digna de ser transmitida incontáveis vezes.”

“Isso me fez pensar nas pessoas do bem e generosas que, mesmo depois de tanto tempo, só querem ser gentis com os outros. O ser humano pode nos surpreender positivamente sem nenhum interesse a mais, somente o de nos fazer feliz.”

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