Na AACD, Helena, que tem poliomielite, foi acolhida e superou traumas causados pelo preconceito (SP)

A dona Helena Teodoro Michelon foi diagnosticada com poliomielite quando tinha um ano e dois meses. Da infância, passando pela adolescência, até a vida adulta, sofreu bastante preconceito, dentro da própria família, inclusive.

Depois de passar por várias cirurgias e uma internação na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, em 1998, Helena sofreu uma queda e acabou quebrando sua perna direita. O médico dela na época recomendou que procurasse uma instituição que produzisse órteses, aparelho que auxilia no movimento do membro.

Helena, então, foi encaminhada para a AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente). Lá, desde então, Helena não faz apenas exercícios de ortopedia e reabilitação, mas cuida, especialmente, da mente e do coração.

mulher sentada em cadeira de rodas em frente à aacd
A vida de Helena mudou quando começou a frequentar a AACD. Foto: Helena Teodoro Michelon/arquivo pessoal

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“Tenho a AACD como uma mãe que abriga os filhos. Recebi carinho, tratamento e amor. A gente vem com traumas da infância e da adolescência e a falta da mão e do toque”, conta, fazendo um contraponto a como era a sua vida antes de conhecer a AACD.

“É como receber um abraço”

Segundo Helena, todos os profissionais da instituição sempre foram extremamente acolhedores com ela, do porteiro aos médicos e terapeutas. Mas sem dúvida alguma Helena tem um carinho especial pela psicóloga Tatiana Camargo.

“Encontrei um anjo da guarda dentro da AACD, que é a Tatiana. Ela tirou de mim tudo o que eu guardava de mágoa e tristeza. Em tudo ela me aliviou bastante, pois é uma profissional fora de série e uma amiga também. É como receber um abraço. Ela cuida da alma, do coração e da cabeça”, diz.

selfie de paciente com poliomielite com psicóloga da aacd
Uma selfie com seu “anjo da guarda”. Foto: Helena Teodoro Michelon/arquivo pessoal

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Hoje, Helena é uma mulher segura, muito mais do que um dia já foi! 😍

“Sou capaz de amar e ser amada e dizer com muito orgulho que sei ser linda, sexy, amiga, mãe, avó e até modelo aos 62 anos”, afirma.

Demais, não é mesmo? Esse é o poder do toque!

Na AACD, Helena, que tem poliomielite, foi acolhida e superou traumas causados pelo preconceito (SP) 1
Nesse photoshooting, Helena entregou conceito, coesão e aclamação, sim! Foto: Helena Teodoro Michelon/arquivo pessoal

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Na AACD, Helena, que tem poliomielite, foi acolhida e superou traumas causados pelo preconceito (SP) 2
Foto: Helena Teodoro Michelon/arquivo pessoal

Na AACD, Helena, que tem poliomielite, foi acolhida e superou traumas causados pelo preconceito (SP) 3
Foto: Helena Teodoro Michelon/arquivo pessoal

E olha só, para transformar mais vidas como a da Helena, a AACD conta com a parceria de NIVEA, por meio da iniciativa O Toque Que Transforma, que visa fortalecer projetos que melhoram a qualidade de vida de grupos vulneráveis: idosos, população LGBTQIA+ e mulheres negras de regiões de periferia.

No caso da AACD, NIVEA apoia terapias para o desenvolvimento do idoso e o envelhecimento saudável, como Fisioterapia Aquática, Terapia Ocupacional e Psicologia, e terapias diferenciadas, como Arte e Reabilitação, Musicoterapia e Dançaterapia, que tem o mesmo objetivo.

Desde que a parceria começou, 258 pessoas foram impactadas pelas terapias convencionais e 15 pelas terapias diferenciadas, entre elas, a própria Helena.

Saiba mais sobre a AACD e apoie também clicando aqui.

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