‘Não vendo balas’: positividade muda vida de ambulante e lhe rende bolsa para faculdade

Cassiano, de 27 anos, poderia não ser notado nas ruas, com acontece com muitos vendedores ambulantes. Só que ele foi além. Vestindo uma camiseta com a frase “Não vendo balas”, o jovem tem causado curiosidade e provocado sorrisos nas pessoas que cruzam o seu caminho…ou semáforo!

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vendedor ambulante cria projeto Não Vendo Balas
Foto: reprodução Instagram

Ele queria ser empresário

Cassiano sonhava em empreender. Um dia ele viu que o seu antigo trabalho não lhe oferecia muitas chances de realizar alguns objetivos. Foi quando o jovem pediu demissão e resolveu vender doces na Rua Mariz e Barros, no bairro da Tijuca, Rio de Janeiro.

Decidi ir para a rua e ser meu próprio chefe. Na rua você tem que matar um leão por dia, mas você precisa superar para conquistar seus objetivos”, conta Cassiano, que está há 3 anos trabalhando como vendedor de balas. E foi assim que ele encontrou o seu diferencial.

vendedor ambulante cria projeto Não Vendo Balas
Foto: reprodução Instagram

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Em um ano de pandemia, com uma crise alta na economia, Cassiano se viu em uma situação bastante complicada, principalmente quando a cidade parou, de março a junho, aproximadamente.

Além do fluxo de carros na rua ser quase nulo, os poucos motoristas que cruzavam o semáforo onde o jovem fica, sequer abriam as janelas.

vendedor ambulante cria projeto Não Vendo Balas
Foto: reprodução Instagram

Foi quando a Luíza de Mendonça surgiu na vida de Cassiano. Moradora da Tijuca, ela sempre via o jovem quando voltava do trabalho. “Eu enxergava nele uma pessoa diferente”, diz Luíza.

Como trabalha desenvolvendo estratégia de marcas, Luíza decidiu dar uma nova cara ao projeto de Cassiano. “Ele tem aquele sorriso com os olhos, eu só resgatei essa essência e criei um projeto com a cara dele”, diz a carioca.

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Foto: reprodução Instagram

“Eu não vendo balas”

O projeto “Eu não vendo balas” (@eunaovendobalas)tem o propósito de adoçar mais a vida das pessoas, que muitas vezes tiveram um dia completamente estressante e atribulado.

Luíza ajudou Cassiano a repaginar a sua comunicação, para que as pessoas encontrassem um motivo para comprar as balas do jovem.

Cassiano coloca, em cada pacote, uma frase de incentivo. Isso tem feito as pessoas se comunicarem ainda mais com ele e tem tirado mais sorrisos dos clientes.

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Foto: reprodução Instagram

O importante não é o dinheiro e sim a abordagem. É fazer com que a pessoa saia dali e lembre de você. Eu não vendo mais balas, eu vendo a minha história. Eu vi a necessidade de dar uma mensagem positiva e a pessoa sair feliz ” completa o jovem.

Bolsa de estudos

Foi a comunicação positiva de Cassiano que chamou atenção de escritor Alfredo Soares, que também se tornou parte da rede de apoio do jovem.

Alfredo convidou Cassiano para estar no evento drive-in de lançamento do seu livro “Bora Varejo”. O autor se emocionou tanto com a história do rapaz que lhe prometeu arranja uma faculdade.

Um sonho antigo que Cassiano guardava era o curso de administração de empresas. E nesse mês, ele ganhou um presentão de Natal. O pessoal da Unisuam, em Bonsucesso, no Rio, ofereceu uma bolsa de estudos para o jovem fazer sua graduação. “Nossa vida é uma administração, né? Nossa vida tem que ter sentido”, conta Cassiano.

E que você só tenha mais sucesso nessa vida, Cassiano!

Fonte: CNN

[Nota da Redação]
O Samuel usou as redes sociais para salvar a lanchonete do pai da falência. Ele ainda reinventou o cardápio da Açaí do Careca e cadastrou a lanchonete numa plataforma de delivery.
E para celebrar esse amor entre pai e filho, a Pif Paf Alimentos em parceria com o Razões Para Acreditar preparou uma Ceia de Natal surpresa, para o Samuel e o Marlúcio.
Preparem os lencinhos! ❤️

 

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