National Geographic recria sons do oceano utilizando resíduos plásticos retirados do mar

22 de março é o Dia Mundial da Água e a National Geographic aproveita a data para conscientizar as pessoas sobre a crise global do plástico descartado no oceano através do álbum “Sons do Futuro Oceano”.

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São quatro faixas de sons da natureza feitos com resíduos plásticos retirados do mar. Cada faixa representa um ecossistema afetado pelo plástico: as praias, o mar aberto, as geleiras e as profundidades oceânicas.

Uma mensagem no final de cada música explica qual resíduo plástico foi utilizado para realizar a canção e convida as pessoas a se comprometerem pelo planeta, a diminuir o uso de produtos de plástico descartável e a somar seu compromisso junto à National Geographic na campanha global “Planeta ou Plástico?”.

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A campanha procura gerar consciência sobre a crise global do plástico e reduzir a quantidade de produtos descartáveis que chegam aos oceanos por meio da comunicação, ações e alianças específicas.  Para apoiar a iniciativa, “Sons do Futuro Oceano” inspira, informa e estimula através do poder dos sons, que convidam as pessoas a tomar ações positivas. É entretenimento com um propósito.

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O álbum “Sons do Futuro Oceano” estará disponível em todas as plataformas de streaming de música a partir da sexta-feira, 22 de março de 2019. A campanha terá ativações em eventos, spots de TV e rádio, e conteúdos digitais em toda a América Latina.

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Se não tomarmos ações imediatas e repensarmos nosso consumo de plástico, no oceano só haverá plástico. Para recriar os sons da natureza para as faixas de “Sons do Futuro Oceano” foi utilizada uma técnica de cinema chamada “Foley”. Para a realização do álbum, a National Geographic se uniu à organização sem fins lucrativos “Mar Limpo” no Brasil e a produtora Bandeira8.

Não deixe o oceano virar plástico, assuma o compromisso para reduzir o consumo no http://planetaouplastico.com

Informação sobre o plástico

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A cada ano, por volta de 9 milhões de toneladas de resíduos plásticos acabam no oceano e, segundo diferentes estimativas, poderiam permanecer no ambiente marinho até 450 anos.

Embora o plástico ajudou a revolucionar a maneira em que vivemos, o plástico descartável ou de uso único, como as garrafas de água, as sacolas de plástico e os canudos, está gerando uma crise global que afeta sobretudo a nossos ecossistemas marinhos. Quase 700 espécies de animais marinhos, incluindo muitos em perigo de extinção, comem, emaranham-se ou se asfixiam com o plástico.

Cientistas encontraram micro-plásticos em centenas de espécies aquáticas, o qual afeta também a cadeia trófica: mais da metade deles acaba em nossa mesa. Se não tomarmos medidas imediatas, estima-se que em 2050 haverá mais plástico do que peixes no mar e praticamente todas as espécies de aves marinhas do planeta estarão comendo plástico.

Pode-se alcançar um verdadeiro impacto se as pessoas fizessem pequenas mudanças de conduta: levar sempre uma sacola própria ou escolher sacolas de papel, usar garrafas de água reutilizáveis ou não aceitar os canudos que são oferecidos em restaurantes e outros estabelecimentos.

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crédito das imagens: Reprodução/National Geographic

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