Projeto incentiva a recolocação no mercado de trabalho para pessoas com mais de 50 anos

Através do projeto Golden Years, a PepsiCo tem ajudado a mudar a realidade de pessoas que achavam que não conseguiriam empregos formais depois dos 50 anos.


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Segundo a projeção do último censo demográfico, realizado pelo IBGE, quase um terço da população brasileira terá 60 anos ou mais em 2050. Isso significa que a população do país está envelhecendo cada vez mais e, consequentemente, trabalhando por mais tempo também. Porém, o que acontece na prática, é que nem sempre é fácil conseguir uma vaga no mercado de trabalho depois de uma certa idade. Pensando nisso, algumas empresas já estão entendendo a importância de abrir espaço para este público com mais de 50 anos.

projeto golden years 50 anos
Edna Aparecida, tem 52 anos e trabalha como Auxiliar de Logística

É o caso da PepsiCo, que criou o Golden Years, um projeto que oferece oportunidades de trabalho na área de Operações da companhia, a profissionais com mais de 50 anos. Desta forma, estão inovando na área de atração e desenvolvimento de talentos e reconhecendo o valor das pessoas. A história de Edna Aparecida, 52 anos, é um exemplo disso. Ela, que foi diarista durante três anos, sofreu um AVC em novembro de 2016 e depois ficou desempregada. Por meio de uma amiga, soube do projeto e se inscreveu. Hoje, faz parte da PepsiCo há mais de 1 ano, atuando como auxiliar de logística.

Edna conta sobre sua história: “Não achei que ia conseguir, mas acreditei e tive esperança. Depois de três meses aqui, minha chefe me chamou e disse que eu tinha passado no período de experiência”. Para ela, a PepsiCo foi um “divisor de águas” em sua vida, um lugar para recomeçar e se sentir acolhida. “Quando entrei aqui achei que ia ouvir piadinhas sobre a minha homossexualidade também, mas eles não admitem isso na empresa”, revela.

Sua maior inspiração é a filha Evelyn, de 10 anos, que foi adotada com 6 meses por ela e sua ex-mulher. Edna explica que incentiva a filha a trabalhar desde cedo, para que ela tenha responsabilidade e possa pagar seus estudos um dia. “A gente já passou por dificuldades. Uma vez falei para ela “filha, a gente só tem arroz e feijão’ e foi o melhor arroz e feijão que eu fiz na minha vida”, lembra.

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Carlos Gonzaga, 52 anos, também batalhou muito para chegar onde está hoje

Assim como Edna, Carlos Gonzaga, 52 anos, também batalhou muito para chegar onde está hoje. Da cidade de Teixeira de Freitas, no sul da Bahia, veio para São Paulo com 23 anos para trabalhar no bar de seu tio, que logo fechou as portas. Em 1990, começou a trabalhar em uma metalúrgica e foi mandado embora por causa da crise. Depois disso, ficou 5 anos na indústria do plástico e há pouco tempo, ficou desempregado novamente. Para conseguir uma nova oportunidade foi difícil enfrentar o julgamento dos recrutadores em função da idade, então decidiu retomar os estudos.

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Foi quando entrou no processo da PepsiCo, passou pelo processo de experiência e foi contratado como auxiliar de produção logo depois de completar o Ensino Médio: “Já estou em uma idade que não posso ficar mudando de emprego. Já fiz um curso de instalação elétrica e agora quero me aprofundar mais”, comenta. Carlos conta que hoje em dia se sente mais disposto e produtivo para estudar e trabalhar do que quando era mais novo e, por isso, ainda pretende realizar muitos sonhos: “quero comprar um terreno e construir uma casa”, diz.

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Divorciada, Tânia se orgulha de ter criado seus 3 filhos sozinha, que também começaram a trabalhar para ajudar nas despesas da casa.

Por falar em sonhos, Tânia Rodrigues, 52 anos, também encontrou sua oportunidade na PepsiCo, onde atua há mais de 1 ano como auxiliar de logística. Em um momento que buscava por estabilidade financeira, fez a entrevista e foi a única a passar no processo seletivo de sua turma. Desde então, vem colecionando vários sonhos: quer fazer faculdade na área de logística, comprar um carro novo e viajar muito: “Tenho uma vontade enorme de conhecer o Rio Grande do Norte. Fora do Brasil, tenho vontade de conhecer a Itália, Veneza. Sou de família italiana, né?” se diverte ela.

Paulistana, Tânia mora em São Bernardo do Campo e leva mais de 2 horas para chegar na empresa todos os dias. Divorciada, ela se orgulha de ter criado seus 3 filhos sozinha, que também começaram a trabalhar para ajudar nas despesas da casa. Antes de ser recrutada pelo projeto, trabalhou como segurança de eventos durante três anos e passou por diversas empresas onde sofreu muito preconceito, já que essa é uma função extremamente dominada por homens. “Os homens acham que podem dar em cima e que você tem que aceitar. E você ainda tem que provar que é capaz de fazer o mesmo trabalho que eles” desabafa.

Quem vê Tânia empolgada contando sua história, nem imagina que aos 40 anos, quase entrou em depressão por achar que já estava muito velha, mas o trabalho no meio de “jovens” na época, fez ela refletir: “Se eu consigo conversar com esses jovens eu também sou uma!”. Hoje, na PepsiCo, ela descobriu que pode sim crescer e ter uma carreira dentro da empresa, porque sempre é tempo para aprender coisas novas.

 Assista o vídeo que fizemos para contar a história deles:

Se você se identificou com as histórias de Edna, Carlos e Tânia, saiba que nunca é tarde para redescobrir um novo caminho. Oportunidades como o projeto Golden Years estão por aí, procure por elas. 😉

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