Vontade de fazer compras no mercado, né minha filha? Era assim que Dona Dulcina Pereira, de 78 anos, estava se sentindo. Aí as netas dela encontraram a solução aqui no Razões.
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Dona Dulcina costumava ir todos os dias, absolutamente todos, ao supermercado Guanabara do bairro da Tijuca (RJ), pertinho de casa e estava sentindo muita falta de fazer umas comprinhas.
As netas, as gêmeas Carol e Juliana, viram o exemplo da família australiana que criou um “mercado” em casa para que a vovó com Alzheimer pudesse fazer as compras. Elas decidiram fazer o mesmo e deu super certo.
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“Me arrumei, troquei de roupa e quando cheguei lá elas tinham preparado essa surpresa maravilhosa”, disse a vovó.
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“A gente se inspirou na postagem do Razões. Ela mora embaixo da gente. Nós cortamos os rótulos, preparamos tudo, demos dinheirinho pra ela comprar e colocamos os produtos, foi bem legal”, disse a neta Carol.
“Até a música que toca no mercado elas colocaram”, disse a vó orgulhosa. Uma das netas ficou no caixa e a outra tinha até microfone com caixa de som para interagir com os clientes igualzinho na loja.
É como a ideia de uma família do México. Os pais criaram um cineminha em casa com direito a bilheteria, pipoca, anúncio de filmes e, claro, a tela de exibição. Tudo isso para entreter o filho que estava com saudades de ir ao cinema. Vale à pena ver essa história.
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“Eu fiquei muito feliz, me diverti bastante porque estava bem chateada de não poder ir ao mercado e foi uma brincadeira muito boa”, disse Dona Dulcina.
Na família, apenas o pai da Carol e da Juliana está saindo de casa para fazer compras no mercado, farmácia, padaria. “A gente pergunta a ela pela janela o que ela tá precisando e ele vai lá comprar”, disse a neta.
Dona Dulcina gostou tanto da brincadeira que agora o mercado da casa vai ter que abrir todo dia, fidelizou a clientela. “Me distraí muito, me senti mimada pelas minhas netas. Bem que podia abrir sempre esse mercado”, brincou a vovó bem-humorada.
A criatividade para superar esses momentos não para de surpreender. Na Itália as pessoas estão arrumando um jeito pouco convencional de brindar à distância.
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Uma coisa tão simples e que provoca tanto sentimento legal, né?!
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