Nike inaugura casarão com treinos gratuitos e atrações musicais em SP

Instalada em um casarão na Avenida Paulista, a Casa Air Max, da Nike, vai reunir em um só lugar esporte , música e arte urbana.

No coração da cidade de São Paulo, o local foi escolhido pela Nike para celebrar o 30º aniversário da tecnologia Air Max.

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Entre as atividades que serão oferecidas, estão os grupos de corrida (do Nike+Run Club) e os treinos funcionais (do Nike Training Club), sempre aos sábados, das 12h às 16h, e aos domingos, das 12h às 22h, com limite de capacidade. Para participar, os interessados devem fazer uma inscrição no site da marca. Aos sábados, também está prevista uma atração musical, a partir das 18h. Enquanto a festa rola, as pessoas vão poder criar uma música e ser VJ em um dos quartos da casa.

“Casa Air Max vai funcionar como uma tela para expressar a cultura urbana nos mais variados sentidos: esporte, música, comportamento, estilo e sneakers, claro. Vai ser uma oportunidade de redefinir, revolucionar e expressar a cultura jovem de uma maneira colaborativa, corajosa e disruptiva”, afirma Tim Stuijfzand, diretor sênior de marketing da Nike do Brasil.

A inauguração da Casa Air Max aconteceu no sábado (11) e contou com a presença ilustre de mulheres empoderadas de diferentes áreas de atuação, como a cantora “mamacita” Karol Konka, a modelo brasileira Lea T e a comunicadora carioca e ativista do movimento negro Juliana Luna.

Nike casarão

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Na ocasião, as meninas falaram um pouco sobre as dificuldades que enfrentaram na vida, principalmente por não se encaixarem em padrões de comportamento, estilo e beleza impostos pela sociedade. “Antes, as pessoas fechavam o vidro do carro quando eu passava por perto – só porque sou negra. Agora, elas abrem a janela para me dar parabéns pela Olimpíada”, contou a judoca Rafaela Silva, medalha de ouro na Rio 2016.

Já a skatista Letícia Bufoni, estrela do skate brasileiro, disse que o pai dela um dia quebrou seu skate, para que ela desistisse do esporte: “Ele dizia que isso coisa de moleque. Só depois de um tempão, entendeu que eu não iria desistir e começou a me apoiar. Fui a primeira mulher a competir com uma calça legging. Até então, as pessoas achavam que só podíamos usar roupa largona, como a de menino”.

Fotos: Divulgação

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