O Empreendedor que usa a moeda social para salvar o mangue

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Nos anos 80 a situação da Vila Esperança, bairro construído em uma região de proteção ambiental cercada pelo mangue, na cidade de Cubatão-SP, era caótica em relação a geração de resíduos e lixo.

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Essa comunidade, por conta do difícil acesso e também por falta de informação, jogava toneladas de lixo no mangue e na rua diariamente.

Mas um morador busca mudar essa realidade, através de uma Associação de Educação Ambiental chamada “Cubatão de bem com o Mangue”. Sebastião Ribeiro, também conhecido na comunidade por Zumbi, criou a associação que vem buscando ao longo de uma década implantar projetos de conscientização ambiental.

Dentre diversos projetos já desenvolvidos pela associação, como a construção de uma cerca ecológica que passou a impedir novas invasões, Zumbi trouxe para a comunidade a moeda social, iniciativa pautada no modelo de Economia Solidária. O projeto busca incentivar as pessoas da comunidade que jogavam o lixo no mangue a trocarem o resíduo reciclável pela moeda social na associação de Zumbi, deixando de poluir o meio-ambiente.

A moeda chamada Mangue foi inspirada no Banco Palmas, no Ceará, e possui o mesmo valor do Real.

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Além disso, o projeto estimula a economia local pois diversos comércios da região aceitam o Mangue como forma de pagamento.

20090422 / Marcelo Min / Fotogarrafa / Época / Cubatão / Zumbi Sebastião Ribeiro Zumbi, diretor presidente da Associação de Educação Ambiental Cubatão de Bem com o Mangue. Fotos do bairro Vila Esperança com as casa de palafitas.
20090422 / Marcelo Min / Fotogarrafa / Época / Cubatão / Zumbi
Sebastião Ribeiro Zumbi, diretor presidente da Associação de Educação Ambiental Cubatão de Bem com o Mangue.
Fotos do bairro Vila Esperança com as casa de palafitas.

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