Para apoiar a filha, pai tatua sensor de glicose que ela precisa usar diariamente (CE)

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Pai cearense tatua sensor de glicose que filha com diabetes precisa usar todos os dias

Amor de pai aliado à inclusão! ❤️

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O empresário cearense Bruno Mota Fernandes, de Fortaleza, decidiu tatuar o sensor de glicose que a filha Maria Eduarda, 10 anos, usa todos os dias para ela não se sentir sozinha.

O aparelho é aplicado em no braço como parte do tratamento de diabetes.

Pai cearense tatua sensor de glicose que filha com diabetes precisa usar todos os dias
Foto: Arquivo pessoal

Maria foi surpreendida pelo pai com a homenagem no dia 30 de abril, mas só recentemente o vídeo da surpresa viralizou nas redes sociais.

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“Algumas vezes ela se sentia excluída por usar aparelhos e por ser diabética. Tive a ideia de fazer a tatuagem para que ela se sentisse menos só e para ela sentir que eu estou apoiando ela em tudo”, afirmou o papai coruja.

Quem compartilhou a filmagem foi a dentista Paula Montenegro, mãe de Eduarda e esposa de Bruno, que postou o vídeo no Instagram.

“Perguntei por que ela usava o sensor, e ela respondeu que era para não se furar várias vezes ao dia. Logo em seguida, mostrei que estava com ela nessa caminhada. Ela não sabia que eu ia fazer [a tatuagem], foi uma surpresa. A primeira reação dela ao ver a tatuagem foi de emoção, os olhos encheram de lágrimas e ela me deu um abraço, sem acreditar”, lembrou Bruno.

Pai cearense tatua sensor de glicose que filha com diabetes precisa usar todos os dias
Bruno, a mulher Paula Montenegro e a filha do casal Maria Eduarda, que conta com o apoio dos pais no tratamento contra o diabetes. — Foto: Arquivo pessoal

Diabetes descoberta na infância

Aos 6 anos, Maria Eduarda foi diagnosticada com a diabetes mellitus tipo 1, que assim como o tipo 2, é caracterizada pelo excesso de glicose (açúcar) no sangue.

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A doença desencadeia uma série de complicações no corpo e, por isso, precisa estar sempre controlada: daí a necessidade de verificar o nível de glicose a todo tempo.

Até alguns meses atrás, segundo o pai, a menina passava pelo método mais conhecido de controle, que é o “furinho no dedo” para expelir uma gota de sangue e colocada na fita de teste do aparelho de glicose.

Imagina: eles tinham que fazer isso 8 vezes ao dia. Rotina necessária, mas chata para qualquer um seguir, ainda mais uma criança!

No ano passado, Bruno e Paula optaram pela implantação do sensor de glicose subcutâneo, que permanece colado sobre a pele fazendo a medição, sem picadas.

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“Compramos o sensor para dar esse conforto a ela, e também para nos ajudar a controlar melhor a glicose no sangue”, disse o pai.

Para manter o nível de açúcar baixo, Maria Eduarda segue uma dieta específica e balanceada, além de fazer a aplicação regular de insulina

Ainda que o objetivo seja sempre preservar a saúde da filha, Bruno e Paula tentam fazer isso da melhor forma possível, de modo que ela não deixe de aproveitar a infância.

“Quando ela sai da rotina de alimentação, como aniversários ou passeios, ela come o que quiser, tudo normal. Nosso cuidado, nesse momento, é calcular a média de carboidratos que ela come e aplicar a insulina equivalente”, explicou o pai.

Fonte: Pais & Filhos

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