Em meio a pandemia, casal se reinventa e cria floricultura-padaria: ”para as pessoas sorrirem mais”

Se a vida te der limões, combine pães rústicos e arranjos de flor e faça as pessoas mais felizes. Foi o que fez a Clara Rocca e o Nicholas Gotting depois que tiveram suas áreas de trabalho comprometidas nessa pandemia.

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Ela, brasileira, era produtora cultural, ele, argentino, cozinheiro em um restaurante.

Clara e Nicholas sempre foram apaixonados pela ideia de viver numa cidade pequena, em uma casinha com “cara de campo”. Decidiram mudar de seu pequeno apartamento para a casa da avó de Clara, em São Paulo, e investiram o dinheiro do aluguel no Herencia Del Tiempo.

Meio floricultura, meio padaria artesanal online, a ideia é fazer as pessoas celebrarem os pequenos momentos da vida, com amigos, familiares ou mesmo sozinhas. Desacelerar o passo e se permitir ser feliz, sabe?

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Clara e Nicholas. Flores e pães. Foto: Reprodução/Instagram @herenciadeltiempo

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Alimento para o corpo e para a alma

“Tem um provérbio chinês que pra gente é um lema, ‘se tiveres dois pães, vende um e compra um lírio’. A ideia é que o pão alimenta o corpo, e o lírio, simbolizando todas as flores, um alimento pra alma. A gente quer alimentar o corpo e a alma da pessoa de maneira sã”, explica Clara. 

Os pães ficam por conta do Nicholas, que é formado em gastronomia. Ele e Clara se conheceram em Buenos Aires, em 2014, e não foi em qualquer lugar, mas na Rua Florida. Uma rua que tem flor no nome, gente! Definitivamente, era pro Herencia acontecer.

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Foto: Reprodução/Instagram @herenciadeltiempo

Clara cuida das flores, um talento que ela descobriu meio por acaso: fazendo os arranjos do próprio casamento. Os buquês do Herencia são únicos. Clara pede para o cliente mandar uma foto do lugar da casa onde pretende colocar o vaso ou da pessoa que será presenteada para se inspirar.

Leia também: Ex-secretária executiva pede demissão para abrir floricultura inspirada no jardim da avó: “Sensação de paz”

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“Isso faz toda diferença, não só pra humanizar os processos e ser bem visto como empresa, mas é parte do que a gente quer. Eu quero ajudar a pessoa e por algum motivo ela veio até mim”, afirma Clara.

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Foto: Reprodução/Instagram @herenciadeltiempo

Faz pouco mais de um mês que o Herencia nasceu. Clara tinha medo de dizer que é florista e não atender às expectativas dos clientes, até perceber que esse medo ‘paralisa’. O que ela pensa serve como um ótimo conselho para quem está começando um negócio.

“Se eu não me apropriar do que estou fazendo, se eu continuar com medo, o trabalho não faz sentido… Por que a gente está falando sobre colocar alma ali. Se eu ficar com um pezinho atrás, eu não vou estar colocando alma. Entendi a importância de se apropriar do trabalho que você está fazendo.”

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Leia também: “Vendo flores apenas para a felicidade”, diz florista que não vende coroas de flores há 46 anos

Amor pelas flores vem de família

Nicholas conta que o amor pelas flores é transmitido de geração em geração dentro da sua famílias. Vendo Clara montar os arranjos, Nicholas se lembra da avó e da mãe.

“Flor me lembra muito minha avó. Ela morreu faz três anos. A vida toda ela mexeu com flores dentro de casa. Gostava muito. E foi uma coisa passada de geração em geração. Eu adoro trabalhar com plantas, minha mãe também gosta. É uma coisa que está muito presente na minha família”, lembra.

As flores têm muito isso de trazer boas lembranças pra gente, né?

Para Clara e Nicholas, o Herencia é “poucos elementos, mas muita alma”. Pães e flores, uma combinação que não precisa mais do que isso pra dar um quentinho no coração e fazer a gente sorrir mais. <3

Vem conhecer um pouco mais a história e esse propósito lindo do Herencia Del Tiempo dando play no vídeo:

Esse conteúdo é uma colaboração entre Lancôme e Razões para Acreditar. Para ler outras histórias de floriculturas que compartilham a felicidade, clique aqui.

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