Em substituição ao cloro, piscinas biológicas usam plantas para mantê-las limpas

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piscinas biológicas

O cloro jogado na água das piscinas não faz bem para a saúde: resseca os cabelos, causa ardência nos olhos, além de deixar um cheiro forte na água. A diversão do banho perde toda a graça, pois já foi comprovado que a utilização do cloro gera subprodutos cancerígenos. As chamadas piscinas biológicas não necessitam de cloro para manter a água limpa. Elas são divididas em duas partes: área de natação e área de plantas (para o banhista não mergulhar entre plantas, alguns insetos e girinos).

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Mas como funcionam as piscinas biológicas?

Através do processo de fotossíntese, as plantas produzem uma massa que é consumida por micro-organismos, que transformam a matéria orgânica em substâncias inorgânicas, como dióxido de carbono, água e sais minerais, necessárias para o crescimento das plantas, formando um ciclo de trocas de matéria e energia. As espécies purificam a água quando liberam oxigênio.

É preciso escavar um terreno de 10×15 metros, pelo menos, para instalar a piscina e utilizar uma tela impermeável para protegê-la. A tela ficará invisível após a construção da piscina e ela terá um aspecto parecido com o de um lago artificial.

Veja as fotos:

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via [Ciclo Vivo]

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