Policial ajuda mulher a terminar corrida: “Não vamos deixar você só!”

Nada melhor que alguém para nos encorajar a não desistir dos objetivos que traçamos. E esse estímulo pode vir de quem menos esperamos. É o caso da policial que ajudou uma mulher a terminar uma corrida de rua quando ela estava a poucos passos de ‘jogar a toalha’.

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A Paula Brito contou como tudo aconteceu no seu perfil do Instagram. Ela saiu de casa atrasada, mal sabia onde seria a largada da corrida – teve que ser levada pelo pai. Paula não queria vencer a corrida, mas pelo menos cruzar a linha de chegada. Por pouco, ela não conseguiu.

Ela estava extremamente cansada e, logo após a largada, viu que já era uma das últimas colocadas. Paula tinha motivos para desistir, mas continuou graças a uma policial que acompanhava a corrida.

policial ajuda mulher terminar corrida

“Nos 3km, perto de pensar no número do motoboy, uma moto se aproximou, com dois policiais. Pensei: tô ferrada! Vou atrasar muito o fim da corrida, porém a PF me perguntou: ‘Você é a última?’ E convicta do sim respondi positivamente”, relatou Paula.

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Paula parou alguns minutinhos para fazer alongamentos, e disse aos dois policiais que poderiam seguir, pois iria parar alguns metros à frente. Eis que a policial desceu da moto e disse para Paula que não a deixaria sozinha.

policial ajuda mulher terminar corrida

“Sinalizei que não conseguiria, então ela desceu e correu comigo de farda, em um sol escaldante e mais uma vez falou: você não vai parar porque eu vou com você até o fim. Entre orientações de respiração, estímulo para chegar a reta final ela foi comigo até a chegada”, continua Paula.

A policial ainda deixou Paula cruzar a linha de chegada antes dela. Nada acontece por acaso: após sair atrasada de casa, quase desistir da corrida no meio do caminho, Paula voltou para casa mais orgulhosa da policial do que dela mesma. A generosidade da policial ensinou Paula a ser uma pessoa melhor.

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“Com direito a aplausos e fotos me orgulhei de ver uma servidora que não precisava fazer aquilo honrar a farda que veste, e não apenas me protegeu como me estimulou a per melhor! Não sei o nome dela, talvez nunca mais a veja, certamente nunca mais a esquecerei”, finaliza Paula.

Leia o relato de Paula na íntegra:

Hoje era apenas o dia da minha segunda corrida. Acordei atrasada, quase não levantava, esqueci de comprar o leite da inscrição… Papai me levou porque nem o lugar da partida sabia direito. O foco era correr mais que da última vez, talvez reduzir o tempo. Sabia que seria uma das últimas colocadas mas sem grandes emoções. Tava muito cansada, havia trabalhado o sábado todo, e após a largada vi que já estava melhor que da última vez… Após os 2km, entre corridas e caminhadas, estava no grupo dos últimos. Nos 3km, perto de pensar no número do motoboy, uma moto de se aproximou, com dois policiais. Pensei: tô ferrada! Vou atrasar muito o fim da corrida porém, a PFem me perguntou: Você é a última? E convicta do sim respondi positivamente! Dali a sequência não era esperada, entretanto eu alonguei e falei: podem seguir, vou parar logo ali. Eis que de uma forma surpreendente ela respondeu mais uma vez: Não vamos deixar você só! Sinalizei que não conseguiria, então ela pediu para o parceiro: você segura meu capacete? Ele disse sim, ela desceu e correu comigo, de farda, em um sol escaldante e mais uma vez falou: você não vai parar porque vou com você até o fim. Entre orientações de respiração, estímulo para chegar a reta final ela foi comigo até a chegada – ainda me deixou chegar na frente dela. Com direito a aplausos e fotos me orgulhei de ver uma servidora que não precisava fazer aquilo honrar a farda que veste, e não apenas me protegeu como me estimulou a ser melhor! Não sei o nome dela, talvez nunca mais a veja mas, certamente nunca mais a esquecerei.

Uma publicação compartilhada por Paula Brito (@paulasbrito) em

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“Hoje era apenas o dia da minha segunda corrida. Acordei atrasada, quase não levantava, esqueci de comprar o leite da inscrição… Papai me levou porque nem o lugar da partida sabia direito. O foco era correr mais que da última vez, talvez reduzir o tempo. Sabia que seria uma das últimas colocadas mas sem grandes emoções. Tava muito cansada, havia trabalhado o sábado todo, e após a largada vi que já estava melhor que da última vez… Após os 2km, entre corridas e caminhadas, estava no grupo dos últimos. Nos 3km, perto de pensar no número do motoboy, uma moto de se aproximou, com dois policiais. Pensei: tô ferrada! Vou atrasar muito o fim da corrida porém, a PFem me perguntou: Você é a última? E convicta do sim respondi positivamente! Dali a sequência não era esperada, entretanto eu alonguei e falei: podem seguir, vou parar logo ali. Eis que de uma forma surpreendente ela respondeu mais uma vez: Não vamos deixar você só! Sinalizei que não conseguiria, então ela pediu para o parceiro: você segura meu capacete? Ele disse sim, ela desceu e correu comigo, de farda, em um sol escaldante e mais uma vez falou: você não vai parar porque vou com você até o fim. Entre orientações de respiração, estímulo para chegar a reta final ela foi comigo até a chegada – ainda me deixou chegar na frente dela. Com direito a aplausos e fotos me orgulhei de ver uma servidora que não precisava fazer aquilo honrar a farda que veste, e não apenas me protegeu como me estimulou a ser melhor! Não sei o nome dela, talvez nunca mais a veja mas, certamente nunca mais a esquecerei.”

crédito das fotos: Reprodução/Instagram @paulasbrito

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